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GAES lança a 4ª edição da campanha “Não se esqueça dos seus ouvidos”

Cerca de 28% dos portugueses trabalham com ruído. Os especialistas alertam que trabalhar com ruído pode provocar ao longo do tempo, sérios problemas de audição. Segundo a OMS, a perda de audição pelo ruído, é a doença profissional mais irreversível nos dias de hoje.

Actualmente tantos trabalhadores como empresários dão uma importância cada vez maior à prevenção dos riscos profissionais. É frequente vê-los equipados com capacetes, óculos, entre outros equipamentos de protecção individual.

No entanto, os especialistas alertam que, em muitas situações, as medidas preventivas impostas pela lei é descurada. A questão do ruído é uma delas. Para alertar sobre esta situação, a campanha da GAES “Não se esqueça dos seus ouvidos” está patente em Portugal pelo 4ª ano consecutivo, na cidade do Porto, na Avenida Parada Leitão, para a realização de um rastreio auditivo.

Anteriormente a campanha já percorreu 12 localidades, desde Alcalá de Henares (Madrid), Cuenca, Jaén, Cidade Real, Almeria, Múrcia, Gandía (Valência), L’Hospitalet de Llobregat (Barcelona), Zaragoça, Bilbau, Burgos até León. “O nosso objectivo, uma vez mais, é informar a população sobre a perda de audição e as possíveis soluções. Portugal ainda está muito atrás, comparativamente a outros países como a Alemanha, França, Itália, Bélgica ou Suíça”, Jaime Ramalho, Director da Gaes em Portugal, a empresa impulsionadora desta iniciativa.

O responsável afirma ainda que “1 em 4 pessoas com mais de 55 anos tenham problemas desta natureza”. Alerta para o ruído no trabalho Esta edição de “Não se esqueça dos seus ouvidos”, tem como objectivo sensibilizar para os problemas de audição, que podem ter origem no próprio local de trabalho.

Segundo dados da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, cerca de 28% dos Portugueses estão expostos aos ruídos provocados pelo local de trabalho. Por isso mesmo, a Organização Mundial de Saúde reconheceu que a perda de audição pelo ruído é a doença profissional irreversível mais frequente nos dias de hoje.

O risco está presente tanto em sectores tradicionalmente considerados ruidosos, como pode ser o caso da construção, industria química, metal ou industriais manufacturáveis, assim como em outros aparentemente inofensivos, como um escritório ou uma escola. Uma pessoa que trabalha num escritório ruidoso pode estar submetido todos os dias, durante 8 horas, a mais de 78 dB, um nível de ruído ligeiramente inferior aos 85-90 dB, que permitem as normas da maioria dos países, durante uma jornada de 8 horas.

É possível tolerar a exposição de níveis superiores a 95 dB durante mais de 4 horas por dia, sempre e quando se facilite a protecção dos ouvidos, devendo sair da zona de ruído depois de quatro horas de trabalho contínuo. A campanha “Não se esqueça dos seus ouvidos” recorda ainda que, para além dos problemas de audição, a exposição ao ruído pode provocar stress, interferir na concentração, aumentar a tensão com os problemas de saúde como o nervosismo, insónias, fadiga e um menor rendimento laboral.

Sistemas de perda auditiva “ocasionada”

Os primeiros sintomas que alertam para um problema de audição são a dificuldade de entender uma conversa com mais pessoas ou escutar o volume da rádio ou televisão demasiado alto. Neste sentido, um dos principais problemas na perda ocasionada, por estar exposto durante longos períodos de tempo a ruídos muito elevados, é que o trabalhador se “acostuma” ao ruído.

Um dos exercícios que cada um pode fazer, se trabalha habitualmente com ruído, para saber se é prejudicial ou não, é colocar-se a uma distância mínima de um colega de trabalho. Se não consegue falar num tom normal, deve baixar o nível do tom já que está muito elevado. Portugueses cansados do ruído O ruído não está só presente no trabalho, mas sim em muitos outros locais, nomeadamente nas grandes cidades, que são cada vez mais ruidosas.

Por outro lado, um estudo realizado pela GAES revela que o ruído tornou-se algo tão habitual que as pessoas se esquecem dos problemas que podem causar. Hoje em dia, as crianças e os jovens estão expostos a nível de ruído, que muitas vezes passam os limites saudáveis, através dos IPod’s ou o MP3.

O ouvido é o segundo sentido mais importante Segundo uma sondagem da Gaes, o ouvido é o segundo sentido mais valorizado, mas o menos cuidado. “É impensável que uma pessoa que tem problemas de visão não vá ao oftalmologista, ou não ir ao dentista quando temos um problema nesta área. Quando nos “falha” o ouvido pensamos que é porque estamos a ficar mais velhos”, explica Jaime Ramalho, Director da Gaes em Portugal.

A GAES – Centros Auditivos está presente em Portugal há 15 anos.

Foi fundada em 1949, em Barcelona por Juan Gassó, e actualmente conta com centros auditivos próprios e franchisados em Portugal, Espanha, Argentina, Chile, Itália e México e Turquia. A actividade da empresa vai desde o desenvolvimento de soluções auditivas na fábrica Microson, em Barcelona, até à distribuição em centros auditivos, que contam com audioprotesistas, técnicos especialistas na selecção e adaptação de soluções auditivas. Para além da produção própria da marca Microson, a GAES – Centros Auditivos distribui os produtos de empresas líder mundiais como Phonak, Starkey e Siemens.

Actualmente tantos trabalhadores como empresários dão uma importância cada vez maior à prevenção dos riscos profissionais. É frequente vê-los equipados com capacetes, óculos, entre outros equipamentos de protecção individual.

No entanto, os especialistas alertam que, em muitas situações, as medidas preventivas impostas pela lei é descurada. A questão do ruído é uma delas. Para alertar sobre esta situação, a campanha da GAES “Não se esqueça dos seus ouvidos” está patente em Portugal pelo 4ª ano consecutivo, na cidade do Porto, na Avenida Parada Leitão, para a realização de um rastreio auditivo.

Anteriormente a campanha já percorreu 12 localidades, desde Alcalá de Henares (Madrid), Cuenca, Jaén, Cidade Real, Almeria, Múrcia, Gandía (Valência), L’Hospitalet de Llobregat (Barcelona), Zaragoça, Bilbau, Burgos até León. “O nosso objectivo, uma vez mais, é informar a população sobre a perda de audição e as possíveis soluções. Portugal ainda está muito atrás, comparativamente a outros países como a Alemanha, França, Itália, Bélgica ou Suíça”, Jaime Ramalho, Director da Gaes em Portugal, a empresa impulsionadora desta iniciativa.

O responsável afirma ainda que “1 em 4 pessoas com mais de 55 anos tenham problemas desta natureza”. Alerta para o ruído no trabalho Esta edição de “Não se esqueça dos seus ouvidos”, tem como objectivo sensibilizar para os problemas de audição, que podem ter origem no próprio local de trabalho.

Segundo dados da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, cerca de 28% dos Portugueses estão expostos aos ruídos provocados pelo local de trabalho. Por isso mesmo, a Organização Mundial de Saúde reconheceu que a perda de audição pelo ruído é a doença profissional irreversível mais frequente nos dias de hoje.

O risco está presente tanto em sectores tradicionalmente considerados ruidosos, como pode ser o caso da construção, industria química, metal ou industriais manufacturáveis, assim como em outros aparentemente inofensivos, como um escritório ou uma escola. Uma pessoa que trabalha num escritório ruidoso pode estar submetido todos os dias, durante 8 horas, a mais de 78 dB, um nível de ruído ligeiramente inferior aos 85-90 dB, que permitem as normas da maioria dos países, durante uma jornada de 8 horas.

É possível tolerar a exposição de níveis superiores a 95 dB durante mais de 4 horas por dia, sempre e quando se facilite a protecção dos ouvidos, devendo sair da zona de ruído depois de quatro horas de trabalho contínuo. A campanha “Não se esqueça dos seus ouvidos” recorda ainda que, para além dos problemas de audição, a exposição ao ruído pode provocar stress, interferir na concentração, aumentar a tensão com os problemas de saúde como o nervosismo, insónias, fadiga e um menor rendimento laboral.

Sistemas de perda auditiva “ocasionada”

Os primeiros sintomas que alertam para um problema de audição são a dificuldade de entender uma conversa com mais pessoas ou escutar o volume da rádio ou televisão demasiado alto. Neste sentido, um dos principais problemas na perda ocasionada, por estar exposto durante longos períodos de tempo a ruídos muito elevados, é que o trabalhador se “acostuma” ao ruído.

Um dos exercícios que cada um pode fazer, se trabalha habitualmente com ruído, para saber se é prejudicial ou não, é colocar-se a uma distância mínima de um colega de trabalho. Se não consegue falar num tom normal, deve baixar o nível do tom já que está muito elevado. Portugueses cansados do ruído O ruído não está só presente no trabalho, mas sim em muitos outros locais, nomeadamente nas grandes cidades, que são cada vez mais ruidosas.

Por outro lado, um estudo realizado pela GAES revela que o ruído tornou-se algo tão habitual que as pessoas se esquecem dos problemas que podem causar. Hoje em dia, as crianças e os jovens estão expostos a nível de ruído, que muitas vezes passam os limites saudáveis, através dos IPod’s ou o MP3.

O ouvido é o segundo sentido mais importante Segundo uma sondagem da Gaes, o ouvido é o segundo sentido mais valorizado, mas o menos cuidado. “É impensável que uma pessoa que tem problemas de visão não vá ao oftalmologista, ou não ir ao dentista quando temos um problema nesta área. Quando nos “falha” o ouvido pensamos que é porque estamos a ficar mais velhos”, explica Jaime Ramalho, Director da Gaes em Portugal.

A GAES – Centros Auditivos está presente em Portugal há 15 anos.

Foi fundada em 1949, em Barcelona por Juan Gassó, e actualmente conta com centros auditivos próprios e franchisados em Portugal, Espanha, Argentina, Chile, Itália e México e Turquia. A actividade da empresa vai desde o desenvolvimento de soluções auditivas na fábrica Microson, em Barcelona, até à distribuição em centros auditivos, que contam com audioprotesistas, técnicos especialistas na selecção e adaptação de soluções auditivas. Para além da produção própria da marca Microson, a GAES – Centros Auditivos distribui os produtos de empresas líder mundiais como Phonak, Starkey e Siemens.

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