Face às catástrofes naturais que atingiram tanto a China como a Birmânia, a Cruz Vermelha Portuguesa apela ao contributo da população para o Fundo de Emergência, sensibilizando a comunidade para a importância das acções de apoio que estão a ser desenvolvidas.
Este fundo pretende garantir uma resposta rápida e eficaz, tanto a nível nacional como internacional, a todas as pessoas que tenham a sua vida, saúde ou dignidade humana ameaçadas pela ocorrência de catástrofes, fornecendo-lhes alimentos, água, abrigo, cuidados médicos, sistemas de saneamento e apoio psicológico.
De acordo com dados fornecidos pela OFDA/CRED International Disaster Database, o ano de 2007 registou um aumento de catástrofes naturais de 40% face ao ano anterior. Isto corresponde à ocorrência de 414 desastres naturais que afectaram 201 milhões de pessoas – 1 em cada 33 pessoas no planeta.
Assim, recolha de donativos permitirá não só treinar as equipas de acção da China e da Birmânia, como também adquirir equipamento especializado – unidades móveis de telecomunicações e hospitais de campanha – e estabelecer locais de acolhimento nos locais afectados.
Apesar da Cruz Vermelha Portuguesa já ter efectuado um donativo como resposta ao Apelo de Emergência da Federação Internacional das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, a solicitação para apoiar as comunidades afectadas pelo ciclone Nargis ascende aos 32.7 milhões de Euros, daí a importância do contributo de todos os portugueses.
Luís Barbosa, Presidente Nacional CVP, afirma que “as notícias de cheias, terramotos, deslizamentos de terras, secas, furacões, entre outros, chegam-nos, hoje, quase diariamente. Esta situação é alarmante e requer mudanças urgentes e profundas no modo de pensar e actuar das pessoas.” O mesmo acrescenta que “a fim de fazermos face aos desafios que temos pela frente, devemos, acima de tudo, preparar-nos. Pois, ao estar melhor preparados, podemos actuar com mais eficácia e, mesmo, salvar vidas, por mais limitados que sejam os recursos de que dispomos.”
Também a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho refere que os desastres nem sempre podem ser prevenidos, no entanto, não têm sempre de ser devastadores ou catastróficos. Nenhuma comunidade, organização ou governo poderá sozinho lidar com as consequências das alterações climáticas pois a chave do sucesso está em estabelecer parcerias, partilhar recursos e conhecimentos, e identificar, analisar e preparar estratégias e acções para minimizar as vulnerabilidades e o risco de desastres, através da prevenção, mitigação e preparação.
Formas de donativo para Fundo de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa
» Nas caixas multibanco ou por netbanking, optando por “pagamento de serviços” e marcando entidade 20999 e referência 999 999 999.
» Ligando para o número 760 20 22 22 cedido pela PT Comunicações (custo da chamada 0,60€+IVA).
» Efectuando um depósito ou transferência bancária para as contas “CVP – Fundo de Emergência.”
– Millennium BCP – nº45307610691 / NIB 0033 0000 4530 7610691 05
– Caixa Geral de Depósitos – nº 0027082402230 / NIB 0035 0027 0008 2402230 53
– Banco BPI – nº 3631911 000 001 / NIB 0010 0000 3631 9110001 74
– Totta – nº 000314691778020 / NIB 0018 0003 1469 1778020 27
– Banco Espírito Santo – nº 0001 4968 7394 / NIB 0007 0000 00149687394 23
– Montepio Geral – nº 087100053716 / NIB 0036 0087 99100053716 51
– Barclays – nº 117201022464 / NIB 0032 0117 00201022464 75
– BANIF – nº 57/629520 / NIB 0038 0057 00629520771 72
– Banco Português de Negócios – nº 026511345-10-001 / NIB 0079 0000 26511345101 76
» Enviando um Cheque ou Vale Postal pagável à CVP – Fundo de Emergência para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (Jardim 9 de Abril, nº 1 a 5, 1249-083 Lisboa).
Estes donativos são dedutíveis nos impostos. Para que seja possível emitir o devido recibo de donativo necessário para anexar à declaração de impostos, o doador deverá enviar para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa os seus dados pessoais (nome, número de contribuinte, morada, código postal e localidade) e cópia do talão comprovativo da operação de donativo.
Este fundo pretende garantir uma resposta rápida e eficaz, tanto a nível nacional como internacional, a todas as pessoas que tenham a sua vida, saúde ou dignidade humana ameaçadas pela ocorrência de catástrofes, fornecendo-lhes alimentos, água, abrigo, cuidados médicos, sistemas de saneamento e apoio psicológico.
De acordo com dados fornecidos pela OFDA/CRED International Disaster Database, o ano de 2007 registou um aumento de catástrofes naturais de 40% face ao ano anterior. Isto corresponde à ocorrência de 414 desastres naturais que afectaram 201 milhões de pessoas – 1 em cada 33 pessoas no planeta.
Assim, recolha de donativos permitirá não só treinar as equipas de acção da China e da Birmânia, como também adquirir equipamento especializado – unidades móveis de telecomunicações e hospitais de campanha – e estabelecer locais de acolhimento nos locais afectados.
Apesar da Cruz Vermelha Portuguesa já ter efectuado um donativo como resposta ao Apelo de Emergência da Federação Internacional das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, a solicitação para apoiar as comunidades afectadas pelo ciclone Nargis ascende aos 32.7 milhões de Euros, daí a importância do contributo de todos os portugueses.
Luís Barbosa, Presidente Nacional CVP, afirma que “as notícias de cheias, terramotos, deslizamentos de terras, secas, furacões, entre outros, chegam-nos, hoje, quase diariamente. Esta situação é alarmante e requer mudanças urgentes e profundas no modo de pensar e actuar das pessoas.” O mesmo acrescenta que “a fim de fazermos face aos desafios que temos pela frente, devemos, acima de tudo, preparar-nos. Pois, ao estar melhor preparados, podemos actuar com mais eficácia e, mesmo, salvar vidas, por mais limitados que sejam os recursos de que dispomos.”
Também a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho refere que os desastres nem sempre podem ser prevenidos, no entanto, não têm sempre de ser devastadores ou catastróficos. Nenhuma comunidade, organização ou governo poderá sozinho lidar com as consequências das alterações climáticas pois a chave do sucesso está em estabelecer parcerias, partilhar recursos e conhecimentos, e identificar, analisar e preparar estratégias e acções para minimizar as vulnerabilidades e o risco de desastres, através da prevenção, mitigação e preparação.
Formas de donativo para Fundo de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa
» Nas caixas multibanco ou por netbanking, optando por “pagamento de serviços” e marcando entidade 20999 e referência 999 999 999.
» Ligando para o número 760 20 22 22 cedido pela PT Comunicações (custo da chamada 0,60€+IVA).
» Efectuando um depósito ou transferência bancária para as contas “CVP – Fundo de Emergência.”
– Millennium BCP – nº45307610691 / NIB 0033 0000 4530 7610691 05
– Caixa Geral de Depósitos – nº 0027082402230 / NIB 0035 0027 0008 2402230 53
– Banco BPI – nº 3631911 000 001 / NIB 0010 0000 3631 9110001 74
– Totta – nº 000314691778020 / NIB 0018 0003 1469 1778020 27
– Banco Espírito Santo – nº 0001 4968 7394 / NIB 0007 0000 00149687394 23
– Montepio Geral – nº 087100053716 / NIB 0036 0087 99100053716 51
– Barclays – nº 117201022464 / NIB 0032 0117 00201022464 75
– BANIF – nº 57/629520 / NIB 0038 0057 00629520771 72
– Banco Português de Negócios – nº 026511345-10-001 / NIB 0079 0000 26511345101 76
» Enviando um Cheque ou Vale Postal pagável à CVP – Fundo de Emergência para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (Jardim 9 de Abril, nº 1 a 5, 1249-083 Lisboa).
Estes donativos são dedutíveis nos impostos. Para que seja possível emitir o devido recibo de donativo necessário para anexar à declaração de impostos, o doador deverá enviar para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa os seus dados pessoais (nome, número de contribuinte, morada, código postal e localidade) e cópia do talão comprovativo da operação de donativo.