A antecipar o Dia Mundial da Hepatite, que é assinalado a 19 de Maio, um grupo de 12 figuras públicas portuguesas apoia o lançamento a nível nacional da campanha “Sou o número 12?”, que recorda que uma em cada 12 pessoas no mundo é portadora de hepatite B ou C e incentiva os cidadãos a fazerem o rastreio.
As figuras públicas, António Gonçalves Pereira, comendadora Celina Pereira, Fernanda Freitas, José Figueiras, Mafalda Ribeiro, Marina Caldas, Nuno Eiró, Paula Teixeira, comendadora Simone de Oliveira, Tânia Ribas de Oliveira, comendador Vítor de Sousa e Vítor Norte, associam-se à SOS Hepatites e aos profissionais de saúde, apelando ao melhor conhecimento da doença e à necessidade de consciencializar a população para a importância do rastreio.
O diagnóstico das hepatites e o início atempado do tratamento são uma condição essencial para sucesso clínico no controlo da doença e para a redução do risco de transmissão dos vírus causadores das hepatites.
Com projecção nacional e internacional, o Dia Mundial da Hepatite foca a importância do rastreio para o tratamento atempado da doença. A campanha promovida pela SOS Hepatites quer provocar na sociedade o debate sobre uma questão vital de saúde pública, que faz parte do dia-a-dia de todas as pessoas.
Na próxima década, os casos de cirrose e tumor maligno do fígado vão aumentar 60 por cento, levando a que a necessidade de transplante para estes doentes aumente em cerca de 500 por cento. O rastreio, para a detecção precoce das pessoas infectadas, é decisivo de modo a permitir o encaminhamento mais rápido de doentes para os médicos da especialidade, já que o início precoce do tratamento é um factor decisivo para a sua eficácia.
De acordo com o estudo “O peso da doença Hepática”, do economista José Gíria, da Direcção Geral da Saúde, a doença hepática ocupa em Portugal o quinto lugar no conjunto das dez principais patologias em termos de anos potenciais de vida perdidos aos 70 anos.
Face à actual situação, o investigador defende a adopção de medidas urgentes, que reduzam o impacto negativo que as hepatites têm na Saúde Pública.
500 mil a 1 milhão de mortes prematuras
A nível internacional, calcula-se que entre 500 mil e 1 milhão de indivíduos morrem todos os anos por causas relacionadas com o vírus da hepatite B, seja hepatite fulminante, cirrose hepática ou cancro do fígado.
O Dia Mundial, da Hepatite é assinalado em 55 países de todo o mundo. Em 20 cidades da Alemanha são oferecidos testes gratuitos e realizam-se seminários locais com médicos hepatologistas, que vão visitar jornais e estações de rádio. Vai ainda ser criada uma linha aberta para o público. Além da actualização da informação do site www.welthepatitistag.info, há um perfil sobre o dia no facebook, dirigido ao público mais jovem e são distribuídos flyers e balões no ar.
Na Bélgica, o dia começa com um passeio ao parlamento, seguido por uma conferência de imprensa com médicos especialistas em hepatites e representantes do ministério da Saúde. Após um jantar volante, realiza-se um fórum de debate, onde participam profissionais de saúde, representantes dos doentes e do governo.
Na Bulgária, como forma de sensibilização, as caras mais populares nos programas de televisão nacionais recolhem fundos para a luta contra a hepatite, que serão utilizados em rastreios.
A campanha, com impacto a nível mundial, é uma iniciativa da Aliança Mundial das Hepatites, uma união de ONG de todo o mundo, com sede em Genebra, que estabeleceu uma data mundial comum para colocar na agenda internacional da Saúde o combate às hepatites.
A Aliança Mundial das Hepatites oferece liderança global e apoia acções que vão reduzir a mortalidade e melhorar a vida de pessoas que vivem com hepatite viral crónica B e C. O objectivo final é, através de mais consciencialização, prevenção e acesso ao tratamento, trabalhar com os governos e autoridades de saúde para erradicar estas doenças do planeta.
“Os 12 desafios para 2012”
A peça central da campanha é o lema “Os 12 desafios para 2012”, que são os compromissos com políticas que reconhecem o impacto da doença e a necessidade de agir para enfrentar a hepatite viral crónica.
Enquadrada no contexto internacional, a campanha em Portugal incide na informação sobre a importância da prevenção e da garantia de acesso a novos tratamentos. O objectivo é consciencializar a população, em particular os profissionais de saúde e os decisores políticos, sobre os riscos das hepatites e as formas de os reduzir, prevenindo a doença e promovendo o rastreio.
As figuras públicas, António Gonçalves Pereira, comendadora Celina Pereira, Fernanda Freitas, José Figueiras, Mafalda Ribeiro, Marina Caldas, Nuno Eiró, Paula Teixeira, comendadora Simone de Oliveira, Tânia Ribas de Oliveira, comendador Vítor de Sousa e Vítor Norte, associam-se à SOS Hepatites e aos profissionais de saúde, apelando ao melhor conhecimento da doença e à necessidade de consciencializar a população para a importância do rastreio.
O diagnóstico das hepatites e o início atempado do tratamento são uma condição essencial para sucesso clínico no controlo da doença e para a redução do risco de transmissão dos vírus causadores das hepatites.
Com projecção nacional e internacional, o Dia Mundial da Hepatite foca a importância do rastreio para o tratamento atempado da doença. A campanha promovida pela SOS Hepatites quer provocar na sociedade o debate sobre uma questão vital de saúde pública, que faz parte do dia-a-dia de todas as pessoas.
Na próxima década, os casos de cirrose e tumor maligno do fígado vão aumentar 60 por cento, levando a que a necessidade de transplante para estes doentes aumente em cerca de 500 por cento. O rastreio, para a detecção precoce das pessoas infectadas, é decisivo de modo a permitir o encaminhamento mais rápido de doentes para os médicos da especialidade, já que o início precoce do tratamento é um factor decisivo para a sua eficácia.
De acordo com o estudo “O peso da doença Hepática”, do economista José Gíria, da Direcção Geral da Saúde, a doença hepática ocupa em Portugal o quinto lugar no conjunto das dez principais patologias em termos de anos potenciais de vida perdidos aos 70 anos.
Face à actual situação, o investigador defende a adopção de medidas urgentes, que reduzam o impacto negativo que as hepatites têm na Saúde Pública.
500 mil a 1 milhão de mortes prematuras
A nível internacional, calcula-se que entre 500 mil e 1 milhão de indivíduos morrem todos os anos por causas relacionadas com o vírus da hepatite B, seja hepatite fulminante, cirrose hepática ou cancro do fígado.
O Dia Mundial, da Hepatite é assinalado em 55 países de todo o mundo. Em 20 cidades da Alemanha são oferecidos testes gratuitos e realizam-se seminários locais com médicos hepatologistas, que vão visitar jornais e estações de rádio. Vai ainda ser criada uma linha aberta para o público. Além da actualização da informação do site www.welthepatitistag.info, há um perfil sobre o dia no facebook, dirigido ao público mais jovem e são distribuídos flyers e balões no ar.
Na Bélgica, o dia começa com um passeio ao parlamento, seguido por uma conferência de imprensa com médicos especialistas em hepatites e representantes do ministério da Saúde. Após um jantar volante, realiza-se um fórum de debate, onde participam profissionais de saúde, representantes dos doentes e do governo.
Na Bulgária, como forma de sensibilização, as caras mais populares nos programas de televisão nacionais recolhem fundos para a luta contra a hepatite, que serão utilizados em rastreios.
A campanha, com impacto a nível mundial, é uma iniciativa da Aliança Mundial das Hepatites, uma união de ONG de todo o mundo, com sede em Genebra, que estabeleceu uma data mundial comum para colocar na agenda internacional da Saúde o combate às hepatites.
A Aliança Mundial das Hepatites oferece liderança global e apoia acções que vão reduzir a mortalidade e melhorar a vida de pessoas que vivem com hepatite viral crónica B e C. O objectivo final é, através de mais consciencialização, prevenção e acesso ao tratamento, trabalhar com os governos e autoridades de saúde para erradicar estas doenças do planeta.
“Os 12 desafios para 2012”
A peça central da campanha é o lema “Os 12 desafios para 2012”, que são os compromissos com políticas que reconhecem o impacto da doença e a necessidade de agir para enfrentar a hepatite viral crónica.
Enquadrada no contexto internacional, a campanha em Portugal incide na informação sobre a importância da prevenção e da garantia de acesso a novos tratamentos. O objectivo é consciencializar a população, em particular os profissionais de saúde e os decisores políticos, sobre os riscos das hepatites e as formas de os reduzir, prevenindo a doença e promovendo o rastreio.