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Especialistas nacionais em Urologia reunem-se no Pulido Valente para analisar dados e incidências nacionais

Anfiteatro do Hospital Pulido Valente, sexta-feira, dia 11 de Novembro das 10h00 às 17h00. Doenças da prostata, infecções urinárias, incontinência e disfunção sexual são alguns dos temas em debate nas Jornadas de Urologia que decorrem durante todo o dia no Hospital Pulido Valente, dia 11 de Novembro, sexta-feira, entre as 10h00 e as 17h00.

Com o apoio da Associação Portuguesa de Urologia (APU) e da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG), estas jornadas visam informar sobre os problemas de foro urológico femininos e masculinos e salientar que muitas dessas patologias podem ser tratadas e acompanhadas pelo clínico geral.

Segundo Tomé Lopes, director do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente “metade dos homens com mais de 60 anos sofrem de hiperplasia da prostata, um em cada dez homens sofrem de disfunção sexual e a incontinência urinária, se diagnosticada a tempo, é tratável em 95 por cento dos casos.

Estamos, sem dúvida, perante doenças que têm maior incidência em idades mais avançadas e é muito importante que ao nível da medicina familiar os profissionais estejam aptos para diagnosticar e tratar estes doentes”.

Segundo a OMS nos países desenvolvidos é a faixa etária acima dos 80 anos a que regista um mais rápido crescimento. Como refere Tomé Lopes “tendo em conta que em 2035 há o dobro de pessoas com mais de 35 anos comparativamente com 2000, será impossível que o tratamento de doenças urológicas fique apenas a cargo dos urologistas”.

Para Eduardo Mendes, presidente da APMCG, “tudo depende da patologia e, se estivermos a falar de doenças oncológicas, deveremos referenciar os especialistas, embora continuemos a acompanhar o processo do doente”.

Faça do download do Programa (Documento associado.pdf)

Com o apoio da Associação Portuguesa de Urologia (APU) e da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG), estas jornadas visam informar sobre os problemas de foro urológico femininos e masculinos e salientar que muitas dessas patologias podem ser tratadas e acompanhadas pelo clínico geral.

Segundo Tomé Lopes, director do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente “metade dos homens com mais de 60 anos sofrem de hiperplasia da prostata, um em cada dez homens sofrem de disfunção sexual e a incontinência urinária, se diagnosticada a tempo, é tratável em 95 por cento dos casos.

Estamos, sem dúvida, perante doenças que têm maior incidência em idades mais avançadas e é muito importante que ao nível da medicina familiar os profissionais estejam aptos para diagnosticar e tratar estes doentes”.

Segundo a OMS nos países desenvolvidos é a faixa etária acima dos 80 anos a que regista um mais rápido crescimento. Como refere Tomé Lopes “tendo em conta que em 2035 há o dobro de pessoas com mais de 35 anos comparativamente com 2000, será impossível que o tratamento de doenças urológicas fique apenas a cargo dos urologistas”.

Para Eduardo Mendes, presidente da APMCG, “tudo depende da patologia e, se estivermos a falar de doenças oncológicas, deveremos referenciar os especialistas, embora continuemos a acompanhar o processo do doente”.

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