Decorreu, no dia 1 de Março, no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, o Encontro de Doentes de Leucemia organizado pela Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas com o apoio da Bristol-Myers Squibb.
Especialistas, doentes, familiares e amigos reuniram-se para saber mais sobre a leucemia, nomeadamente os tipos de tratamentos existentes e a importância do apoio psicológico, para partilhar experiências e esclarecer dúvidas.
Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas, João Salazar, “este tipo de iniciativas é muito importante não só para os doentes e familiares, que através da partilha de experiências se sentem mais apoiados e informados, mas também para dar a conhecer a doença – que ainda é desconhecida para muitas pessoas.”
Do primeiro painel, de carácter mais técnico e informativo, fizeram parte o Dr. Jorge Coutinho, responsável de hematologia clínica do Hospital Geral de Santo António, que abordou os vários tipos de leucemia; a Dra. Isabel de Castro, hematologista do Hospital de S. João, que referenciou as diferentes abordagens terapêuticas actualmente disponíveis no respectivo tratamento; o Dr. Pedro Bastos Ferreira, psicólogo, que realçou a importância do apoio psicológico e dos grupos terapêuticos; a Dra. Helena Alves e a Dra. Fátima Freitas, ambas do CEDACE, que explicaram como são feitos os estudos das famílias e dos dadores não relacionados, com o objectivo último de encontrar dadores compatíveis, bem como são feitos os transplantes de medula óssea. Este painel foi moderado pelo Dr. Herlander Marques, responsável de hematologia do Hospital de S. Marcos, em Braga.
Segundo as especialistas do CEDACE, a taxa de compatibilidade entre irmãos, para o transplante de medula óssea, é de 25%. Em Portugal existem 106.944 dadores inscritos no CEDACE, no entanto, se a nível nacional não for possível encontrar um dador relacionado, a pesquisa é efectuada no registo internacional, que conta com 10 milhões de dadores (Portugal incluído).
No segundo painel estiveram três doentes, Manuel Louroza, José Manuel Correia e Abigail Macedo – esta última com um duplo papel, o de partilha da própria experiência e como facilitadora da discussão – e um familiar de doente, Maria de Fátima Louroza. Este debate teve como objectivo o relato de testemunhos e a interactividade ente pessoas que dividem a angústia desta doença.
Especialistas, doentes, familiares e amigos reuniram-se para saber mais sobre a leucemia, nomeadamente os tipos de tratamentos existentes e a importância do apoio psicológico, para partilhar experiências e esclarecer dúvidas.
Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas, João Salazar, “este tipo de iniciativas é muito importante não só para os doentes e familiares, que através da partilha de experiências se sentem mais apoiados e informados, mas também para dar a conhecer a doença – que ainda é desconhecida para muitas pessoas.”
Do primeiro painel, de carácter mais técnico e informativo, fizeram parte o Dr. Jorge Coutinho, responsável de hematologia clínica do Hospital Geral de Santo António, que abordou os vários tipos de leucemia; a Dra. Isabel de Castro, hematologista do Hospital de S. João, que referenciou as diferentes abordagens terapêuticas actualmente disponíveis no respectivo tratamento; o Dr. Pedro Bastos Ferreira, psicólogo, que realçou a importância do apoio psicológico e dos grupos terapêuticos; a Dra. Helena Alves e a Dra. Fátima Freitas, ambas do CEDACE, que explicaram como são feitos os estudos das famílias e dos dadores não relacionados, com o objectivo último de encontrar dadores compatíveis, bem como são feitos os transplantes de medula óssea. Este painel foi moderado pelo Dr. Herlander Marques, responsável de hematologia do Hospital de S. Marcos, em Braga.
Segundo as especialistas do CEDACE, a taxa de compatibilidade entre irmãos, para o transplante de medula óssea, é de 25%. Em Portugal existem 106.944 dadores inscritos no CEDACE, no entanto, se a nível nacional não for possível encontrar um dador relacionado, a pesquisa é efectuada no registo internacional, que conta com 10 milhões de dadores (Portugal incluído).
No segundo painel estiveram três doentes, Manuel Louroza, José Manuel Correia e Abigail Macedo – esta última com um duplo papel, o de partilha da própria experiência e como facilitadora da discussão – e um familiar de doente, Maria de Fátima Louroza. Este debate teve como objectivo o relato de testemunhos e a interactividade ente pessoas que dividem a angústia desta doença.