X
    Categories: DiabetesInformaçõesSaúde PúblicaUtentes

Diabetes Mellitus, sabe o que é?

A diabetes é uma doença metabólica que se caracteriza por um aumento anormal dos níveis de glicose no sangue, devido a problemas na produção ou acção da insulina, uma hormona produzida pelo pâncreas e que tem como principal função regular os níveis daquele açúcar no organismo.

QUAIS OS TIPOS DE DIABETES QUE EXISTEM?

A diabetes pode ser classificada em dois principais tipos:

Tipo I – É o tipo mais raro, acometendo crianças e jovens com menos de 30 anos. Deve-se à incapacidade do pâncreas produzir insulina, por destruição das células que a produzem. São doentes que necessitam de medicação diária para compensar esse défice, quase sempre através da injecções de insulina sintética;

Tipo II – É um tipo de diabetes que geralmente aparece depois dos 30 anos de idade, quase sempre ligado à obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares inadequados. O seu tratamento consiste em dieta pobre em açucares, na adopção de uma vida saudável e, em alguns casos, à toma de medicação oral. Raramente é necessária a administração de insulina.

Para além desses dois tipos, a diabetes pode excepcionalmente surgir associada à gravidez, a intoxicações medicamentosas e a algumas doenças. Habitualmente a diabetes normaliza depois de resolvida a situação a desencadeou.

 

COMO SE MANIFESTA?

A diabetes é uma doença muitas vezes silenciosa, que pode evoluir durante muito tempo sem a presença de quaisquer sintomas. Esse é um dos seus principais problemas, o qual apenas pode ser contornado com a realização regular e periódica de análises sanguíneas para avaliação dos níveis de glicose.

Por vezes, dependendo do grau de evolução da doença, a diabetes pode apresentar sintomas, como aumento do volume urinário (políuria), aumento da sede (polidipsia), aumento do apetite (polifagia), cansaço persistente, diminuição da capacidade da visão, dificuldade em cicatrizar, etc..

 

QUAIS OS FACTORES DE RISCO?

São vários os factores de risco da diabetes: herança genética, obesidade, hábitos alimentares incorrectos, hipertensão, idade superior a 40 anos, mulheres com diabetes gestacional, mulheres com filhos com peso superior a 4 quilos à nascença.

 

QUAIS AS COMPLICAÇÕES DA DOENÇA?

O excesso de glicose no sangue determina alterações celulares importantes, que acabam por atingir várias estruturas e órgãos do corpo, nomeadamente danificando os seus vasos sanguíneos e os seus nervos. Quando a diabetes atinge os pequenos vasos sanguíneos da retina (retinopatia diabética), pode originar perda da visão e, até, cegueira. Se os vasos atingidos forem os dos rins, pode lentamente provocar hipertensão e perda parcial ou total da função renal.

A diminuição circulatória pode também atingir o cérebro, o coração, o intestino, com estreitamento dos vasos e consequente défice do aporte de oxigénio e nutrientes às células desses órgãos. Quando a diabetes atinge a circulação dos membros inferiores, pode originar inchaço do pés, pernas frias, cor arroxeada. Por vezes surgem feridas e úlceras de muito difícil cicatrização.

A complicação mais tardia da doença é a neuropatia periférica, que consiste em alterações motoras e da sensibilidade de órgãos como a bexiga, os órgãos sexuais (impotência sexual no homem ou défice de lubrificação e incapacidade de atingir o orgasmo nas mulheres) e os membros inferiores.

Neste último caso é frequente o aparecimento do chamado “pé diabético”, em que a diminuição da sensibilidade dos pés e das pernas impede que os doentes se apercebam da presença de pequenas feridas, surgidas por dificuldades circulatórias. E as feridas desenvolvem-se, surgindo graves úlceras que não cicatrizam e que podem infectar, obrigando às vezes à realização de amputações do pé ou da perna.

 

QUAL O TRATAMENTO DA DIABETES?

O tratamento da diabetes depende muito do tipo e do grau de evolução da doença. Em geral, começa por dieta adequada, exercício físico e perda de peso. Pode ser necessário recorrer a medicamentos anti-diabéticos (na diabetes tipo 2) e ao uso de insulina (na diabetes tipo 1 e tipo 2 que não responda à medicação oral).

Devido aos elevados riscos associados a doença cardiovascular, os doentes devem também adoptar mudanças para uma vida mais saudável, deixando de fumar, bebendo menos, controlando a tensão arterial e o colesterol.

QUAIS OS TIPOS DE DIABETES QUE EXISTEM?

A diabetes pode ser classificada em dois principais tipos:

Tipo I – É o tipo mais raro, acometendo crianças e jovens com menos de 30 anos. Deve-se à incapacidade do pâncreas produzir insulina, por destruição das células que a produzem. São doentes que necessitam de medicação diária para compensar esse défice, quase sempre através da injecções de insulina sintética;

Tipo II – É um tipo de diabetes que geralmente aparece depois dos 30 anos de idade, quase sempre ligado à obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares inadequados. O seu tratamento consiste em dieta pobre em açucares, na adopção de uma vida saudável e, em alguns casos, à toma de medicação oral. Raramente é necessária a administração de insulina.

Para além desses dois tipos, a diabetes pode excepcionalmente surgir associada à gravidez, a intoxicações medicamentosas e a algumas doenças. Habitualmente a diabetes normaliza depois de resolvida a situação a desencadeou.

 

COMO SE MANIFESTA?

A diabetes é uma doença muitas vezes silenciosa, que pode evoluir durante muito tempo sem a presença de quaisquer sintomas. Esse é um dos seus principais problemas, o qual apenas pode ser contornado com a realização regular e periódica de análises sanguíneas para avaliação dos níveis de glicose.

Por vezes, dependendo do grau de evolução da doença, a diabetes pode apresentar sintomas, como aumento do volume urinário (políuria), aumento da sede (polidipsia), aumento do apetite (polifagia), cansaço persistente, diminuição da capacidade da visão, dificuldade em cicatrizar, etc..

 

QUAIS OS FACTORES DE RISCO?

São vários os factores de risco da diabetes: herança genética, obesidade, hábitos alimentares incorrectos, hipertensão, idade superior a 40 anos, mulheres com diabetes gestacional, mulheres com filhos com peso superior a 4 quilos à nascença.

 

QUAIS AS COMPLICAÇÕES DA DOENÇA?

O excesso de glicose no sangue determina alterações celulares importantes, que acabam por atingir várias estruturas e órgãos do corpo, nomeadamente danificando os seus vasos sanguíneos e os seus nervos. Quando a diabetes atinge os pequenos vasos sanguíneos da retina (retinopatia diabética), pode originar perda da visão e, até, cegueira. Se os vasos atingidos forem os dos rins, pode lentamente provocar hipertensão e perda parcial ou total da função renal.

A diminuição circulatória pode também atingir o cérebro, o coração, o intestino, com estreitamento dos vasos e consequente défice do aporte de oxigénio e nutrientes às células desses órgãos. Quando a diabetes atinge a circulação dos membros inferiores, pode originar inchaço do pés, pernas frias, cor arroxeada. Por vezes surgem feridas e úlceras de muito difícil cicatrização.

A complicação mais tardia da doença é a neuropatia periférica, que consiste em alterações motoras e da sensibilidade de órgãos como a bexiga, os órgãos sexuais (impotência sexual no homem ou défice de lubrificação e incapacidade de atingir o orgasmo nas mulheres) e os membros inferiores.

Neste último caso é frequente o aparecimento do chamado “pé diabético“, em que a diminuição da sensibilidade dos pés e das pernas impede que os doentes se apercebam da presença de pequenas feridas, surgidas por dificuldades circulatórias. E as feridas desenvolvem-se, surgindo graves úlceras que não cicatrizam e que podem infectar, obrigando às vezes à realização de amputações do pé ou da perna.

 

QUAL O TRATAMENTO DA DIABETES?

O tratamento da diabetes depende muito do tipo e do grau de evolução da doença. Em geral, começa por dieta adequada, exercício físico e perda de peso. Pode ser necessário recorrer a medicamentos anti-diabéticos (na diabetes tipo 2) e ao uso de insulina (na diabetes tipo 1 e tipo 2 que não responda à medicação oral).

Devido aos elevados riscos associados a doença cardiovascular, os doentes devem também adoptar mudanças para uma vida mais saudável, deixando de fumar, bebendo menos, controlando a tensão arterial e o colesterol.

admin: