A diabetes é uma doença que tem ganho uma enorme relevância, sobretudo com o aumento de pessoas com excesso de peso e obesos. Com o intuito de alertar a população e assinalar uma data especial, a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal promove algumas acções essenciais para diabéticos e não só.
O excesso de peso e a obesidade são os principais factores de risco da diabetes tipo 2. Não admira, pois, que a International Diabetes Federation (IDF) escolhesse o tema «A Diabetes e a Obesidade» para assinalar as comemorações deste ano do Dia Mundial da Diabetes – 14 de Novembro.
É expectativa da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), mais uma vez, juntar forças para dar visibilidade à problemática relacionada com a diabetes, bem como contribuir para uma melhoria de vida daqueles que, directa ou indirectamente, são afectados pela doença.
Como a efeméride mencionada resulta numa campanha que, por excelência, sensibiliza a população, a APDP tem agendadas várias iniciativas para o 14 de Novembro, tais como uma caminhada até Belém, junto ao rio Tejo, com partida em Alcântara. No destino será realizada uma palestra, seguida de uma refeição ligeira (claro!) ao ar livre. Trata-se, pois, de uma forma diferente e educativa, em prol da saúde, de passar um domingo.
A Associação conta com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Diabetologia, da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Associação para os pobres Foi em Lisboa que nasceu a primeira associação de diabéticos do mundo, a actual Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal.
Porém, não foi este o seu primeiro nome. Decorria o ano de 1926 quando o Dr. Ernesto Roma regressou de um estágio de especialização nos Estados Unidos da América. Foi na denominada terra do Tio Sam que o médico teve conhecimento de um inovador tratamento para a diabetes tipo 1: a insulina.
Os resultados impressionaram-no pela positiva e nesse mesmo ano fundou a Associação Protectora dos Diabéticos Pobres para fornecer insulina gratuita. Mas o trabalho de Ernesto Roma não se ficava pela administração de insulina.
Preocupado com a educação dos doentes, dava palestras na sala de espera para os incentivar a adoptar saudáveis hábitos de vida. Outros projectos foram implementados, como o Boletim da Associação, que hoje assume a forma de revista e se intitula Diabetes Viver em Equilíbrio.
Com o passar dos anos, o sucesso da Associação foi tal que os cuidados prestados estenderam-se a todos os diabéticos. A mudança de nome deu-se um ano antes da Revolução dos Cravos e, actualmente, assiste mais de 40 mil indivíduos e tem mais de uma centena de colaboradores, entre os quais 30 são médicos especialistas.
A diabetes e os seus diferentes tipos Diabetes: o que é? A maior parte dos alimentos ingeridos transforma-se em glicose. Esta é uma forma de açúcar que é usada como fonte de energia pelo organismo humano.
O pâncreas produz uma hormona denominada insulina, que permite que os músculos e outros tecidos retirem a glicose do sangue para ser utilizada ou armazenada.
A diabetes é uma doença que surge quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o organismo não consegue utilizar a insulina produzida, logo o indivíduo não consegue usar a glicose dos alimentos.
Tal facto pode conduzir a uma concentração elevada de glicose no sangue, a que se dá o nome de hiperglicemia. Diabetes tipo 1 – As pessoas que têm este tipo de diabetes não produzem insulina suficiente; – A insulina é uma medicação essencial e obrigatória; – Cerca de 10% dos diabéticos têm diabetes tipo 1. Diabetes tipo 2 – Estes doentes produzem insulina, mas não a conseguem utilizar eficazmente; – É a diabetes mais vulgar; – Representa 90% dos diabéticos.
Diabetes gestacional – Este tipo de diabetes caracteriza-se pela ocorrência de níveis elevados de glicemia em grávidas que nunca tiveram diabetes; – Desenvolve-se entre 2 a 5% das mulheres que esperam um bebé e costuma desaparecer após o nascimento; – As mulheres que tiveram diabetes gestacional correm um risco maior de vir a desenvolver diabetes tipo 2, numa fase mais tardia da vida.
O excesso de peso e a obesidade são os principais factores de risco da diabetes tipo 2. Não admira, pois, que a International Diabetes Federation (IDF) escolhesse o tema «A Diabetes e a Obesidade» para assinalar as comemorações deste ano do Dia Mundial da Diabetes – 14 de Novembro.
É expectativa da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), mais uma vez, juntar forças para dar visibilidade à problemática relacionada com a diabetes, bem como contribuir para uma melhoria de vida daqueles que, directa ou indirectamente, são afectados pela doença.
Como a efeméride mencionada resulta numa campanha que, por excelência, sensibiliza a população, a APDP tem agendadas várias iniciativas para o 14 de Novembro, tais como uma caminhada até Belém, junto ao rio Tejo, com partida em Alcântara. No destino será realizada uma palestra, seguida de uma refeição ligeira (claro!) ao ar livre. Trata-se, pois, de uma forma diferente e educativa, em prol da saúde, de passar um domingo.
A Associação conta com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Diabetologia, da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Associação para os pobres Foi em Lisboa que nasceu a primeira associação de diabéticos do mundo, a actual Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal.
Porém, não foi este o seu primeiro nome. Decorria o ano de 1926 quando o Dr. Ernesto Roma regressou de um estágio de especialização nos Estados Unidos da América. Foi na denominada terra do Tio Sam que o médico teve conhecimento de um inovador tratamento para a diabetes tipo 1: a insulina.
Os resultados impressionaram-no pela positiva e nesse mesmo ano fundou a Associação Protectora dos Diabéticos Pobres para fornecer insulina gratuita. Mas o trabalho de Ernesto Roma não se ficava pela administração de insulina.
Preocupado com a educação dos doentes, dava palestras na sala de espera para os incentivar a adoptar saudáveis hábitos de vida. Outros projectos foram implementados, como o Boletim da Associação, que hoje assume a forma de revista e se intitula Diabetes Viver em Equilíbrio.
Com o passar dos anos, o sucesso da Associação foi tal que os cuidados prestados estenderam-se a todos os diabéticos. A mudança de nome deu-se um ano antes da Revolução dos Cravos e, actualmente, assiste mais de 40 mil indivíduos e tem mais de uma centena de colaboradores, entre os quais 30 são médicos especialistas.
A diabetes e os seus diferentes tipos Diabetes: o que é? A maior parte dos alimentos ingeridos transforma-se em glicose. Esta é uma forma de açúcar que é usada como fonte de energia pelo organismo humano.
O pâncreas produz uma hormona denominada insulina, que permite que os músculos e outros tecidos retirem a glicose do sangue para ser utilizada ou armazenada.
A diabetes é uma doença que surge quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o organismo não consegue utilizar a insulina produzida, logo o indivíduo não consegue usar a glicose dos alimentos.
Tal facto pode conduzir a uma concentração elevada de glicose no sangue, a que se dá o nome de hiperglicemia. Diabetes tipo 1 – As pessoas que têm este tipo de diabetes não produzem insulina suficiente; – A insulina é uma medicação essencial e obrigatória; – Cerca de 10% dos diabéticos têm diabetes tipo 1. Diabetes tipo 2 – Estes doentes produzem insulina, mas não a conseguem utilizar eficazmente; – É a diabetes mais vulgar; – Representa 90% dos diabéticos.
Diabetes gestacional – Este tipo de diabetes caracteriza-se pela ocorrência de níveis elevados de glicemia em grávidas que nunca tiveram diabetes; – Desenvolve-se entre 2 a 5% das mulheres que esperam um bebé e costuma desaparecer após o nascimento; – As mulheres que tiveram diabetes gestacional correm um risco maior de vir a desenvolver diabetes tipo 2, numa fase mais tardia da vida.