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Como respeitar o meio ambiente e garantir um futuro sustentável

O nosso planeta tem muita água! Mas só uma parte dessa água é doce e utilizada nas necessidades diárias do ser humano. Para agravar a situação, cerca de 2/3 dessa água está congelada nos pólos Norte e Sul. E o restante nos rios, nos lagos, no subsolo e na chuva.

Cada vez mais a água doce é precisa. A população mundial está a aumentar muito depressa, por isso há mais pessoas a consumirem água. A indústria, que consome muita água, está cada vez mais desenvolvida. A agricultura precisa de irrigação…

O que podemos fazer para minimizar as consequências:

• Enquanto se escova os dentes fechar a torneira, e utilizar um copo;

• Tomar duche em vez de banho.

• Utilizar as folhas de papel dos dois lados. São necessários 90 litros de água para fabricar um quilo de papel. O papel reciclado é mais ecológico – para o fabricar não é preciso abater árvores e gasta-se muito menos água e energia.

Nas regiões semi-áridas de África cada pessoa utiliza cerca de doze litros de água por dia. Nós gastamos cerca de nove litros, cada vez que despejamos o autoclismo.

Muitos dos poluentes químicos encontrados no sistema de águas residuais provêm dos produtos de limpeza. Estes contêm tóxicos, produtos corrosivos ou químicos inflamáveis.

Entre as possíveis soluções, destaca-se a utilização de produtos de limpeza “verdes” que, apesar de serem mais caros do que os outros produtos institucionalizados, por serem concentrados, acabam por poupar dinheiro a longo prazo e, porque são biodegradáveis, não representam uma agressão do ambiente.

O que fazer com lixos não correntes

O lixo doméstico (resíduos sólidos urbanos) é uma mistura imensa de materiais, composta por matéria fermentável (restos de comida), papel e cartão, plástico, metais, etc. Ou seja, se se pensar bem, a composição do nosso lixo pode ser transformada novamente nesses mesmos materiais que podem ser reutilizados e reciclados.

Mas, isso já está a ser grandemente realizado através da triagem que se faz em casa e que depois vai para os ecopontos (vidro, papel/cartão; plástico, óleos usados, pilhas e acumuladores).

Contudo, existem determinados resíduos que não devem ser recolhidos juntamente com os resíduos sólidos urbanos (RSU), devido às suas características de dimensão, volume ou perigosidade.

São considerados resíduos especiais os seguintes resíduos: óleos usados; pneus usados; sucata; resíduos de demolição e de construção; resíduos agrícolas e florestais; resíduos de jardins e espaços verdes; pequenas quantidades de resíduos perigosos produzidos em nossa casa (como por exemplo: medicamentos; electrodomésticos com cloroflúorcarbonetos (frigoríficos); removedores de ferrugem e preservadores da madeira; detergentes e produtos para limpeza de metais e vidros; tintas e solventes e lâmpadas fluorescentes).

O que podemos fazer?

Contactar com a autarquia local e questionar onde colocar esses resíduos, visto que esta tem protocolos com várias empresas para reciclar esses desperdícios.

Jornal do Centro de Saúde

www.cscarnaxide.min-saude.pt/jornal/

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