Está cientificamente comprovado que a má qualidade do ar que respiramos no interior das nossas casas, escritórios e fábricas pode ser mais prejudicial para a saúde respiratória do que a poluição atmosférica.
Nas zonas urbanas passamos mais de 90% do tempo no interior de edifícios e, desse, 12 a 13 horas diárias são passadas no interior das nossas casas. É pois imperioso garantir a melhor qualidade do ar nas nossas habitações!
As pessoas que permanecem por maiores períodos de tempo dentro de casa pertencem, em regra, aos grupos mais vulneráveis às doenças respiratórias: crianças, idosos e doentes crónicos, particularmente os que sofrem de doenças cardiovasculares e respiratórias crónicas.
A qualidade do ar nas nossas casas depende da qualidade do ar que, vindo do exterior, é nelas admitido, através de portas, janelas e outras aberturas. É portanto importante procurar que esse ar admitido não provenha de áreas com grande poluição, por exemplo pelo tráfego automóvel. Claro que isto não é fácil, mas cada um poderá não abrir janelas em alturas de tráfego mais intenso e conhecer a direcção dos ventos dominantes, condicionando a abertura ao ar exterior, facilitando a ventilação, o varrimento do ar interior e minimizando a entrada de poluição exterior.
Existem também numerosas fontes de poluição produzidas no interior das habitações. Desde logo o fumo de tabaco. Os compostos libertados pela queima do tabaco, e os libertados pelo fumador, fixam-se nas paredes, roupas, reposteiros, cortinas e alcatifas, onde permanecem por longos períodos, mantendo o seu efeito nefasto para a saúde dos habitantes, fumadores ou não. Não fume dentro de sua casa, especialmente se nela estiverem crianças ou doentes respiratórios crónicos!
A queima de combustíveis fósseis (gás, madeira, petróleo, carvão) é outra importante fonte de poluição nas nossas casas. Aprenda a minimizar a sua produção, utilizando equipamentos modernos e bem afinados.
Carpetes, reposteiros e cortinados são fonte de acumulação de poeiras, ácaros e pólenes (vindos do exterior), sendo, pois, fontes de poluição. Evite-os ou aspire-os com frequência.
Dos materiais de construção e mobiliários libertam-se compostos orgânicos voláteis, prejudiciais à saúde. Ventile bem as divisões e tenha cuidado com o uso de produtos de limpeza doméstica e ambientadores. Se os utilizar, garanta a ventilação da divisão e evite-os se for asmático ou notar que o incomodam.
A má qualidade do ar que respiramos nas nossas casas pode ser causa ou factor agravante de doenças como a asma e a doença pulmonar obstrutiva crónica. Casas mal ventiladas e sobrelotadas relacionam-se mais frequentemente com infecções respiratórias, por facilitarem o contágio.
Estar bem informado é fundamental. Se quer saber mais sobre este assunto, consulte o site da Fundação em www.fundacaoportuguesadopulmao.org.
Nas zonas urbanas passamos mais de 90% do tempo no interior de edifícios e, desse, 12 a 13 horas diárias são passadas no interior das nossas casas. É pois imperioso garantir a melhor qualidade do ar nas nossas habitações!
As pessoas que permanecem por maiores períodos de tempo dentro de casa pertencem, em regra, aos grupos mais vulneráveis às doenças respiratórias: crianças, idosos e doentes crónicos, particularmente os que sofrem de doenças cardiovasculares e respiratórias crónicas.
A qualidade do ar nas nossas casas depende da qualidade do ar que, vindo do exterior, é nelas admitido, através de portas, janelas e outras aberturas. É portanto importante procurar que esse ar admitido não provenha de áreas com grande poluição, por exemplo pelo tráfego automóvel. Claro que isto não é fácil, mas cada um poderá não abrir janelas em alturas de tráfego mais intenso e conhecer a direcção dos ventos dominantes, condicionando a abertura ao ar exterior, facilitando a ventilação, o varrimento do ar interior e minimizando a entrada de poluição exterior.
Existem também numerosas fontes de poluição produzidas no interior das habitações. Desde logo o fumo de tabaco. Os compostos libertados pela queima do tabaco, e os libertados pelo fumador, fixam-se nas paredes, roupas, reposteiros, cortinas e alcatifas, onde permanecem por longos períodos, mantendo o seu efeito nefasto para a saúde dos habitantes, fumadores ou não. Não fume dentro de sua casa, especialmente se nela estiverem crianças ou doentes respiratórios crónicos!
A queima de combustíveis fósseis (gás, madeira, petróleo, carvão) é outra importante fonte de poluição nas nossas casas. Aprenda a minimizar a sua produção, utilizando equipamentos modernos e bem afinados.
Carpetes, reposteiros e cortinados são fonte de acumulação de poeiras, ácaros e pólenes (vindos do exterior), sendo, pois, fontes de poluição. Evite-os ou aspire-os com frequência.
Dos materiais de construção e mobiliários libertam-se compostos orgânicos voláteis, prejudiciais à saúde. Ventile bem as divisões e tenha cuidado com o uso de produtos de limpeza doméstica e ambientadores. Se os utilizar, garanta a ventilação da divisão e evite-os se for asmático ou notar que o incomodam.
A má qualidade do ar que respiramos nas nossas casas pode ser causa ou factor agravante de doenças como a asma e a doença pulmonar obstrutiva crónica. Casas mal ventiladas e sobrelotadas relacionam-se mais frequentemente com infecções respiratórias, por facilitarem o contágio.
Estar bem informado é fundamental. Se quer saber mais sobre este assunto, consulte o site da Fundação em www.fundacaoportuguesadopulmao.org.