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Atletas portugueses submetidos a transplante conquistam pela primeira vez medalhas de ouro e prata em Jogos Mundiais

Portugal conquistou, pela primeira vez, duas medalhas de ouro e duas de prata nos Jogos Mundiais para Transplantados que decorreram em Banguecoque (Tailândia), de 25 de Agosto a 2 de Setembro. A comitiva nacional participou com sete atletas que, concorreram ao lado de 1300 participantes oriundos de 49 países, e representaram a bandeira lusa nas modalidades de atletismo, ciclismo (estrada e contra-relógio), natação, ténis, bowlling e ténis de mesa.

Com chegada prevista para as 11h30 de amanhã, terça-feira, no aeroporto da Portela, o Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal (GDTP), vê assim atingidos os seus objectivos e recompensado todo o esforço realizado ao longo de um ano. O atleta Rui Santos venceu com duas medalhas em natação, uma de ouro e outra de prata, Miguel Monteiro conquistou uma medalha de ouro em ténis e Jorge Carreto alcançou uma medalha de prata em ciclismo.

Alcina Ascensão, Vice-Presidente do GDTP realça que “à semelhança de outros países, consideramos que o Estado Português, deveria dar mais apoio ao GDTP – APD e aos nossos atletas, incentivando a sua participação em competições nacionais e mundiais, tal como é verificado noutros desportos, em especial de alta competição.”

A prática desportiva nos indivíduos submetidos a transplantes previne o aparecimento da obesidade e de diabetes, que podem surgir devido ao consumo de medicamentos imunossupressores, fármacos que suprimem a resposta imunológica do organismo, com o objectivo de evitar a rejeição do órgão transplantado.

A primeira edição do “Transplantado Olímpico” foi criada em 1978, por Mr. Maurice Slapak (cirurgião inglês), em Portsmouth (Inglaterra) e contou com a presença de 5 países e 99 atletas. Actualmente os Jogos Mundiais realizam-se de 2 em 2 anos e contam com a colaboração de cerca de 60 países e mais de 1500 atletas. Para além das componentes desportiva e sociocultural, estas actividades assumem uma vertente formativa, uma vez que reúnem profissionais de saúde de todo o mundo, com a finalidade de discutir novas tecnologias e avanços na área da transplantação.

O Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal nasceu em 2003, através de um grupo de transplantados que esteve presente em vários Jogos Mundiais. Legalizado a 18 de Março de 2005, o GDTP tem como objectivos a promoção da prática de desporto entre transplantados e candidatos a transplante, a organização de eventos desportivos nacionais e a preparação de equipas que representem o país em competições internacionais, mas continua a funcionar num «espaço» – Sede provisória – inadequados ao seu desenvolvimento e ao alcance dos seus principais objectivos .

Com chegada prevista para as 11h30 de amanhã, terça-feira, no aeroporto da Portela, o Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal (GDTP), vê assim atingidos os seus objectivos e recompensado todo o esforço realizado ao longo de um ano. O atleta Rui Santos venceu com duas medalhas em natação, uma de ouro e outra de prata, Miguel Monteiro conquistou uma medalha de ouro em ténis e Jorge Carreto alcançou uma medalha de prata em ciclismo.

Alcina Ascensão, Vice-Presidente do GDTP realça que “à semelhança de outros países, consideramos que o Estado Português, deveria dar mais apoio ao GDTP – APD e aos nossos atletas, incentivando a sua participação em competições nacionais e mundiais, tal como é verificado noutros desportos, em especial de alta competição.”

A prática desportiva nos indivíduos submetidos a transplantes previne o aparecimento da obesidade e de diabetes, que podem surgir devido ao consumo de medicamentos imunossupressores, fármacos que suprimem a resposta imunológica do organismo, com o objectivo de evitar a rejeição do órgão transplantado.

A primeira edição do “Transplantado Olímpico” foi criada em 1978, por Mr. Maurice Slapak (cirurgião inglês), em Portsmouth (Inglaterra) e contou com a presença de 5 países e 99 atletas. Actualmente os Jogos Mundiais realizam-se de 2 em 2 anos e contam com a colaboração de cerca de 60 países e mais de 1500 atletas. Para além das componentes desportiva e sociocultural, estas actividades assumem uma vertente formativa, uma vez que reúnem profissionais de saúde de todo o mundo, com a finalidade de discutir novas tecnologias e avanços na área da transplantação.

O Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal nasceu em 2003, através de um grupo de transplantados que esteve presente em vários Jogos Mundiais. Legalizado a 18 de Março de 2005, o GDTP tem como objectivos a promoção da prática de desporto entre transplantados e candidatos a transplante, a organização de eventos desportivos nacionais e a preparação de equipas que representem o país em competições internacionais, mas continua a funcionar num «espaço» – Sede provisória – inadequados ao seu desenvolvimento e ao alcance dos seus principais objectivos .

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