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Atenção ao perímetro!

Sabe qual é o seu perímetro abdominal? Este é um indicador importante para determinar se está em risco de excesso de peso ou mesmo de obesidade. Não é o únic o, mas é útil saber que par a os homens a linha da cintura deve ser inferior a 94 centímetros e para as mulheres deve ficar abaixo de 80 centímetros.

Na prática, a gordura abdominal significa que há excesso de gordura dentro e em redor de órgãos internos, o que a torna mais perigosa para a saúde do que a gordura mais superficial.

Quando se fala em excesso de peso e obesidade, há um indicador que salta à vista – o peso, claro. Um segundo indicador começa a ser cada vez mais utilizado e muitos de nós já o conhecemos – o Índice de Massa Corporal (IMC), que constitui uma relação entre o peso e a altura.

Há ainda um terceiro indicador que é importante para perceber se se está em risco de excesso de peso ou não: trata-se do perímetro abdominal. Esta medida permite quantificar o volume de gordura abdominal.

E porque é importante conhecer o volume de gordura abdominal? Actualmente é tão importante saber qual o grau de excesso de peso, como a forma como a gordura se distribui.

E quando ela se concentra na região abdominal constitui um risco acrescido para o desenvolvimento de complicações associadas ao peso a mais ou à obesidade.

A distribuição da gordura no corpo pode ser classificada em dois tipos: o ginóide, em que a gordura se concentra sobretudo na região das ancas e das nádegas, dando ao corpo a forma de uma pêra, e o andróide, que se caracteriza pela acumulação de gordura na região abdominal, o que confere ao corpo a forma de uma maçã.

O primeiro tipo é mais frequente nas mulheres e o segundo nos homens, o que, à partida, poderá levar a assumir que homens e mulheres são diferentes no que toca à distribuição da gordura. E são. Mas cada vez mais as mulheres se deparam com o problema da concentração abdominal de gordura, o que torna esta questão comum aos dois géneros.

A gordura abdominal constitui um factor de risco da chamada síndrome metabólica: trata-se de um conjunto de doenças cardiovasculares e metabólicas, incluindo hipertensão, diabetes, excesso de colesterol e de triglicerídeos.

Na prática, a gordura abdominal significa que há excesso de gordura dentro e em redor de órgãos internos, o que a torna mais perigosa para a saúde do que a gordura mais superficial.

[Continua na página seguinte]

E é através do perímetro abdominal que se consegue fazer uma primeira avaliação da dimensão deste problema: o que se faz é medir a circunferência da cintura, que nos homens não deve exceder os 94 centímetros e nas mulheres os 80 centímetros.

O ideal é ficar abaixo destes valores, mas caso haja risco de acumulação de gordura abdominal é importante procurar aconselhamento de um especialista.

A investigação dos laboratórios farmacêuticos tem permitido identificar algumas substâncias que ajudam a combater o problema e, assim, diminuir o risco. Entre as substâncias que têm sido estudadas encontram-se os betaglucanos.

Existentes nas paredes celulares de bactérias, fungos, leveduras, algas e alguns cereais, exercem acção anti-inflamatória, sendo ainda benéficos na normalização dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) e dos níveis de colesterol e triglicerídeos.

Estão disponíveis em suplementos alimentares, em alguns deles combinados com extractos de plantas, como a alcachofra e o alcaçuz, contribuindo para regular o processo digestivo e melhorar a capacidade do organismo para eliminar resíduos indesejáveis.

Porém, como se trata de um produto de saúde, é importante que seja usado apenas com aconselhamento profissional, nomeadamente do seu farmacêutico.

Na prática, a gordura abdominal significa que há excesso de gordura dentro e em redor de órgãos internos, o que a torna mais perigosa para a saúde do que a gordura mais superficial.

Quando se fala em excesso de peso e obesidade, há um indicador que salta à vista – o peso, claro. Um segundo indicador começa a ser cada vez mais utilizado e muitos de nós já o conhecemos – o Índice de Massa Corporal (IMC), que constitui uma relação entre o peso e a altura.

Há ainda um terceiro indicador que é importante para perceber se se está em risco de excesso de peso ou não: trata-se do perímetro abdominal. Esta medida permite quantificar o volume de gordura abdominal.

E porque é importante conhecer o volume de gordura abdominal? Actualmente é tão importante saber qual o grau de excesso de peso, como a forma como a gordura se distribui.

E quando ela se concentra na região abdominal constitui um risco acrescido para o desenvolvimento de complicações associadas ao peso a mais ou à obesidade.

A distribuição da gordura no corpo pode ser classificada em dois tipos: o ginóide, em que a gordura se concentra sobretudo na região das ancas e das nádegas, dando ao corpo a forma de uma pêra, e o andróide, que se caracteriza pela acumulação de gordura na região abdominal, o que confere ao corpo a forma de uma maçã.

O primeiro tipo é mais frequente nas mulheres e o segundo nos homens, o que, à partida, poderá levar a assumir que homens e mulheres são diferentes no que toca à distribuição da gordura. E são. Mas cada vez mais as mulheres se deparam com o problema da concentração abdominal de gordura, o que torna esta questão comum aos dois géneros.

A gordura abdominal constitui um factor de risco da chamada síndrome metabólica: trata-se de um conjunto de doenças cardiovasculares e metabólicas, incluindo hipertensão, diabetes, excesso de colesterol e de triglicerídeos.

Na prática, a gordura abdominal significa que há excesso de gordura dentro e em redor de órgãos internos, o que a torna mais perigosa para a saúde do que a gordura mais superficial.

[Continua na página seguinte]

E é através do perímetro abdominal que se consegue fazer uma primeira avaliação da dimensão deste problema: o que se faz é medir a circunferência da cintura, que nos homens não deve exceder os 94 centímetros e nas mulheres os 80 centímetros.

O ideal é ficar abaixo destes valores, mas caso haja risco de acumulação de gordura abdominal é importante procurar aconselhamento de um especialista.

A investigação dos laboratórios farmacêuticos tem permitido identificar algumas substâncias que ajudam a combater o problema e, assim, diminuir o risco. Entre as substâncias que têm sido estudadas encontram-se os betaglucanos.

Existentes nas paredes celulares de bactérias, fungos, leveduras, algas e alguns cereais, exercem acção anti-inflamatória, sendo ainda benéficos na normalização dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) e dos níveis de colesterol e triglicerídeos.

Estão disponíveis em suplementos alimentares, em alguns deles combinados com extractos de plantas, como a alcachofra e o alcaçuz, contribuindo para regular o processo digestivo e melhorar a capacidade do organismo para eliminar resíduos indesejáveis.

Porém, como se trata de um produto de saúde, é importante que seja usado apenas com aconselhamento profissional, nomeadamente do seu farmacêutico.

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