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Assuma a responsabilidade de ter um animal de estimação

O crescimento da população habitando as cidades tem sido acompanhado pelo aumento do número de animais domésticos (principalmente cão e gato) em estreita convivência com as pessoas. Consequentemente, cresce também o risco de ocorrência de doenças transmissíveis por animais inadequadamente tratados – as chamadas zoonoses (doenças transmitidas dos animais ao homem).

Sem gerar alarmismos, é realmente importante que os proprietários estejam conscientes e informados destas doenças, para que de uma forma conhecedora e correcta possam actuar eficazmente. Tal facto, consegue-se com uma relação estreita com o médico veterinário do seu animal de estimação. Possuir um animal de estimação implica também, desde sempre, assumir responsabilidades quanto à sua saúde e ao seu bem-estar, para evitar que essa relação não ocasione danos nem para o animal nem para os donos, sendo desta forma necessário que o animal seja desparasitado e devidamente vacinado. Contudo, há que ter também atenção e cuidado com o meio ambiente, com os outros animais e com as outras pessoas (principalmente com as crianças), pelo que cada um de nós que tem um animal de estimação, tem a responsabilidade de garantir que o nosso ”amigo de quatro patas” não contribui para a degradação do meio ambiente, para o desconforto de outras pessoas ou para a insalubridade de espaços públicos. Assim, torna-se imprescindível que, sempre que passeie o seu animal em espaços públicos, tenha o cuidado de recolher os seus dejectos. Ao fazer isso, estará a contribuir para um melhor ambiente, uma vez que a acumulação dos excrementos, além de contaminarem o ambiente, veiculam agentes prejudiciais para os outros animais e até para o próprio homem. Local de abrigo A preocupação, responsabilidade e cuidado não termina nos espaços públicos. Prende-se também com o local de abrigo do seu animal, seja ele uma varanda, um terraço ou um quintal/jardim. Há que evitar a acumulação de dejectos, bem como garantir a limpeza e desinfecção periódica do local, para que cada vez menos, surjam situações de insalubridade causadoras de incomodidade para terceiros, devido à proliferação de vectores causadores de doenças, bem como de odores desagradáveis. Não esquecendo também que estará, a colocar em risco, o conforto, a saúde e bem-estar do seu “amigo”. A não esquecer! – Antes de decidir levar um amigo de quatro patas para a sua família, pense se tem realmente condições de espaço e tempo para ele. Este novo amigo deverá ser para toda a vida; – Garanta a higiene diária do lar do seu amigo de quatro paras; – Garanta a sua vacinação, desparasitação, higiene, conforto e carinho; – Apanhe os dejectos do seu animal, quando o leva para espaços públicos. Estará a contribuir para um melhor ambiente; – Não alimente animais errantes/vadios (é nobre o gesto), mas estará a contribuir para a poluição dos espaços públicos e, consequentemente, para a proliferação de vectores de doenças. Dr.ª Teresa Meireles Licenciada em Saúde Ambiental

Sem gerar alarmismos, é realmente importante que os proprietários estejam conscientes e informados destas doenças, para que de uma forma conhecedora e correcta possam actuar eficazmente. Tal facto, consegue-se com uma relação estreita com o médico veterinário do seu animal de estimação.

Possuir um animal de estimação implica também, desde sempre, assumir responsabilidades quanto à sua saúde e ao seu bem-estar, para evitar que essa relação não ocasione danos nem para o animal nem para os donos, sendo desta forma necessário que o animal seja desparasitado e devidamente vacinado.

Contudo, há que ter também atenção e cuidado com o meio ambiente, com os outros animais e com as outras pessoas (principalmente com as crianças), pelo que cada um de nós que tem um animal de estimação, tem a responsabilidade de garantir que o nosso ”amigo de quatro patas” não contribui para a degradação do meio ambiente, para o desconforto de outras pessoas ou para a insalubridade de espaços públicos.

Assim, torna-se imprescindível que, sempre que passeie o seu animal em espaços públicos, tenha o cuidado de recolher os seus dejectos. Ao fazer isso, estará a contribuir para um melhor ambiente, uma vez que a acumulação dos excrementos, além de contaminarem o ambiente, veiculam agentes prejudiciais para os outros animais e até para o próprio homem.

Local de abrigo

A preocupação, responsabilidade e cuidado não termina nos espaços públicos. Prende-se também com o local de abrigo do seu animal, seja ele uma varanda, um terraço ou um quintal/jardim. Há que evitar a acumulação de dejectos, bem como garantir a limpeza e desinfecção periódica do local, para que cada vez menos, surjam situações de insalubridade causadoras de incomodidade para terceiros, devido à proliferação de vectores causadores de doenças, bem como de odores desagradáveis. Não esquecendo também que estará, a colocar em risco, o conforto, a saúde e bem-estar do seu “amigo”.

A não esquecer!

– Antes de decidir levar um amigo de quatro patas para a sua família, pense se tem realmente condições de espaço e tempo para ele. Este novo amigo deverá ser para toda a vida;

– Garanta a higiene diária do lar do seu amigo de quatro paras;

– Garanta a sua vacinação, desparasitação, higiene, conforto e carinho;

– Apanhe os dejectos do seu animal, quando o leva para espaços públicos. Estará a contribuir para um melhor ambiente;

– Não alimente animais errantes/vadios (é nobre o gesto), mas estará a contribuir para a poluição dos espaços públicos e, consequentemente, para a proliferação de vectores de doenças.

Dr.ª Teresa Meireles

Licenciada em Saúde Ambiental

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