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Associação Portuguesa cria doentes com epilepsia “diplomados”

A EPI – Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia, em conjunto com a Liga Portuguesa Contra a Epilepsia, inicia no próximo dia 5 de Setembro (6ªfeira), pelas 18h, no Epicentro do Porto (Av. da Boavista, 1015, 6º – Sala 601, Porto), o projecto Epi3C. Trata-se de uma iniciativa nacional de formação, sensibilização e adaptação para as pessoas com epilepsia, sendo o objectivo final criar “doentes diplomados”.

Este projecto irá permitir ao doente estar mais consciente de todos os aspectos pertinentes à sua doença, capazes de interagir com os seus cuidadores, explorando as melhores terapêuticas e o melhor curso de acção para a sua vida.

O nome do projecto – Epi3C, surge do facto de a EPI pretender formar pessoas com epilepsia no sentido de se tornarem mais Conhecedores, Conscientes e Cooperantes.

Para Nelson Ruão, Presidente da EPI, “trata-se de uma iniciativa inédita em Portugal que permitirá dotar as pessoas de um conjunto de conhecimentos sobre a fisiologia da epilepsia e outros aspectos relevantes para uma melhor adaptação psicológica e sócio-laboral.

Este é um projecto que para além da cidade do Porto, em Setembro, chegará também a Coimbra e Lisboa, nos próximos meses de Outubro, Novembro e Dezembro”.

A Epilepsia é a disfunção do sistema nervoso mais comum em todo o mundo, e afecta cerca de 50 milhões de pessoas.

Em Portugal estima-se que existam cerca de 50 mil pessoas com epilepsia, uma doença que tem ponto de partida numa perturbação do funcionamento do cérebro, devido a uma descarga anormal de alguns ou quase da totalidade das células cerebrais.

Todos os anos surgem cerca de 5 mil novos casos, na sua maioria crianças e adolescentes. Embora muitas crianças com epilepsia não revelem dificuldades no desenvolvimento psicossocial e cognitivo, alguns estudos referem que a patologia pode estar associada a problemas de comportamento e aprendizagem.

Estas dificuldades são frequentemente ampliadas pelo preconceito e pelo estigma que derivam do desconhecimento sobre a doença e do desconforto perante as crises epilépticas.

Este projecto irá permitir ao doente estar mais consciente de todos os aspectos pertinentes à sua doença, capazes de interagir com os seus cuidadores, explorando as melhores terapêuticas e o melhor curso de acção para a sua vida.

O nome do projecto – Epi3C, surge do facto de a EPI pretender formar pessoas com epilepsia no sentido de se tornarem mais Conhecedores, Conscientes e Cooperantes.

Para Nelson Ruão, Presidente da EPI, “trata-se de uma iniciativa inédita em Portugal que permitirá dotar as pessoas de um conjunto de conhecimentos sobre a fisiologia da epilepsia e outros aspectos relevantes para uma melhor adaptação psicológica e sócio-laboral.

Este é um projecto que para além da cidade do Porto, em Setembro, chegará também a Coimbra e Lisboa, nos próximos meses de Outubro, Novembro e Dezembro”.

A Epilepsia é a disfunção do sistema nervoso mais comum em todo o mundo, e afecta cerca de 50 milhões de pessoas.

Em Portugal estima-se que existam cerca de 50 mil pessoas com epilepsia, uma doença que tem ponto de partida numa perturbação do funcionamento do cérebro, devido a uma descarga anormal de alguns ou quase da totalidade das células cerebrais.

Todos os anos surgem cerca de 5 mil novos casos, na sua maioria crianças e adolescentes. Embora muitas crianças com epilepsia não revelem dificuldades no desenvolvimento psicossocial e cognitivo, alguns estudos referem que a patologia pode estar associada a problemas de comportamento e aprendizagem.

Estas dificuldades são frequentemente ampliadas pelo preconceito e pelo estigma que derivam do desconhecimento sobre a doença e do desconforto perante as crises epilépticas.

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