Depois de, no ano passado se ter congratulado com as recomendações do Provedor de Justiça contra as práticas discriminatórias das Seguradoras, a APDP avança com um pedido público de benefícios fiscais para os diabéticos portugueses. A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal pretende, à semelhança do que o Senado brasileiro aprovou na semana passada, que os diabéticos sejam equiparados aos portadores do vírus HIV ou de cancro, no tratamento fiscal.
Em causa estão medidas como a possibilidade de isenção ou diminuição das contribuições fiscais para reformas e pensões. A justificação é simples: quem sofre de doenças graves deve ter o direito de usar o seu dinheiro para os tratamentos e melhoria de qualidade de vida.
Estas medidas já estavam a ser aplicadas no Brasil desde o ano passado. Doenças como a diabetes melittus ou cirrose hepática, juntaram-se a uma lista que inclui portadores de HIV, neoplasias malignas, esclerose múltipla, cegueira ou paralisia irreversível e incapacitante.
«No Brasil, os diabéticos já estão equiparados fiscalmente a outros doentes, como é o caso dos portadores de HIV ou de cancro», refere Luís Gardete Correia, Presidente da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal.
«É importante que o Estado reconheça as limitações e as necessidades económicas de quem sofre deste tipo de doenças. Tal como as restantes patologias na lista, a diabetes é uma doença grave que, se não for bem acompanhada, reduz drasticamente a esperança e a qualidade de vida do doente. A estabilidade económica permitirá ao diabético um melhor e mais bem acompanhado controlo da doença», acrescenta.
“A diabetes está muito dependente da educação e do autocontrolo das pessoas que dela sofrem. Todo esse esforço tem que ser reconhecido pela sociedade, sob pena dos custos da mesma se tornarem incomportáveis. Só os diabéticos poderão reduzir os custos da sua doença. Estes benefícios serão um incentivo e um investimento no futuro””
Relembramos que a diabetes é uma doença crónica que atinge quase um milhão de pessoas em Portugal, estimando-se que existam mais de 250 milhões de diabéticos em todo o mundo.
Segundo a OMS, a diabetes é a quarta causa de morte na maioria dos países desenvolvidos, e a cada 10 segundos morre uma pessoa vítima da doença. Prevê-se que os índices de mortalidade aumentem 25% na próxima década caso não sejam tomadas as medidas necessárias para travar o avanço da epidemia, pondo em causa a actual esperança média de vida. A diabetes tem graves implicações a nível cardiovascular, renal, de amputações e/ou cegueira.
A diabetes pode ser bem tratada, evitando assim as suas complicações. A maior parte dos casos de diabetes tipo 2 podem ser prevenidos se for adoptado um estilo de vida saudável, através de uma alimentação equilibrada e da prática regular de exercício físico.
Em causa estão medidas como a possibilidade de isenção ou diminuição das contribuições fiscais para reformas e pensões. A justificação é simples: quem sofre de doenças graves deve ter o direito de usar o seu dinheiro para os tratamentos e melhoria de qualidade de vida.
Estas medidas já estavam a ser aplicadas no Brasil desde o ano passado. Doenças como a diabetes melittus ou cirrose hepática, juntaram-se a uma lista que inclui portadores de HIV, neoplasias malignas, esclerose múltipla, cegueira ou paralisia irreversível e incapacitante.
«No Brasil, os diabéticos já estão equiparados fiscalmente a outros doentes, como é o caso dos portadores de HIV ou de cancro», refere Luís Gardete Correia, Presidente da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal.
«É importante que o Estado reconheça as limitações e as necessidades económicas de quem sofre deste tipo de doenças. Tal como as restantes patologias na lista, a diabetes é uma doença grave que, se não for bem acompanhada, reduz drasticamente a esperança e a qualidade de vida do doente. A estabilidade económica permitirá ao diabético um melhor e mais bem acompanhado controlo da doença», acrescenta.
“A diabetes está muito dependente da educação e do autocontrolo das pessoas que dela sofrem. Todo esse esforço tem que ser reconhecido pela sociedade, sob pena dos custos da mesma se tornarem incomportáveis. Só os diabéticos poderão reduzir os custos da sua doença. Estes benefícios serão um incentivo e um investimento no futuro””
Relembramos que a diabetes é uma doença crónica que atinge quase um milhão de pessoas em Portugal, estimando-se que existam mais de 250 milhões de diabéticos em todo o mundo.
Segundo a OMS, a diabetes é a quarta causa de morte na maioria dos países desenvolvidos, e a cada 10 segundos morre uma pessoa vítima da doença. Prevê-se que os índices de mortalidade aumentem 25% na próxima década caso não sejam tomadas as medidas necessárias para travar o avanço da epidemia, pondo em causa a actual esperança média de vida. A diabetes tem graves implicações a nível cardiovascular, renal, de amputações e/ou cegueira.
A diabetes pode ser bem tratada, evitando assim as suas complicações. A maior parte dos casos de diabetes tipo 2 podem ser prevenidos se for adoptado um estilo de vida saudável, através de uma alimentação equilibrada e da prática regular de exercício físico.