7% dos doentes reumáticos melhoram qualidade de vida após internamento
O período de internamento médio foi de 17 dias, sem diferenças entre sexo ou doença reumática. Analisando as diferenças entre a admissão e a alta para a população estudada, verificam-se melhorias significativas nas dimensões vitalidade e dor do SF-36, assim como nas suas componentes de saúde física e mental; e menor comprometimento da incapacidade funcional avaliada pelo HAQ-DI. Constata-se que os doentes com maior tempo de internamento (superior a 9 dias) apresentam melhorias significativas de dor relativamente aos doentes com menor tempo de internamento.
A intervenção realizada no internamento originou melhorias a nível da vitalidade e da dor, com menor comprometimento da saúde física e mental nestes doentes, assim como a melhoria do índice de incapacidade funcional que foi, em média, de 4%, esta é avaliada pelo HAQ-DI após o internamento. Estes resultados não demonstraram diferenças entre patologias, provavelmente devido ao reduzido número de doentes em algumas doenças. O grupo de doentes com maior período de internamento apresentou índices de dor inferiores no momento da alta.
No ano em que comemora 60 anos, o Instituto Português de Reumatologia organiza as suas XVI Jornadas Internacionais, que decorrem hoje e amanhã, no Centro de Congressos de Lisboa.
Principal Autor do Estudo
Dr. Luís Miranda – Director Clínico Adjunto do IPR e Presidente da Comissão Organizadora das Jornadas – 962379092
http://ipr2008.congressos-online.com/
1 – Realizado por: Luís Cunha Miranda, Reumatologista, IPR; Dr.ª Alexandra Cardoso, Nutricionista, IPR; Dr. Filipe Barcelos, Interno de Reumatologia, IPR; Dr.ª Ana Teixeira, Reumatologista, IPR; José Vaz Patto, Reumatologista, IPR.
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