6ª Semana de Esclarecimento Contraceptivo de 22 a 28 de Setembro - Página 3 de 6 - Médicos de Portugal

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6ª Semana de Esclarecimento Contraceptivo de 22 a 28 de Setembro

22 Setembro, 2008 0

• 81,9 por cento das inquiridas referiram utilizar um método contraceptivo. A pílula foi o mais referido – 70 por cento utilizavam este método. O preservativo foi referido por 22,2 por cento das inquiridas. O implante subcutâneo não foi além de 1,1 por cento, o adesivo chegou a 0,4 por cento e o anel vaginal atinge 0,1 por cento.

• A análise sobre quem aconselhou sobre o método contraceptivo que utiliza, por tipo de contraceptivo, permitiu verificar que o ginecologista foi a pessoa mais referida pelas inquiridas que tomam a pílula ou que têm um DIU. As inquiridas que utilizam o preservativo foram aconselhadas maioritariamente por amigas.

• No momento de realização do questionário, cerca de 70 por cento das inquiridas estavam a tomar a pílula. Cerca de 38 por cento das inquiridas referiram ter o hábito de parar a pílula para “descanso”.

• Das inquiridas que se tinham esquecido alguma vez de tomar a pílula, cerca de 28,4 por cento referiram contar sempre ou a maior parte das vezes ao médico. 34 por cento referiram nunca contar ao médico.

• Cerca de 70 por cento das inquiridas referiu que se esquecem de tomar a pílula em 1 a 3 ciclos por ano. A atitude subsequente a ter-se esquecido de tomar a pílula varia de forma quase equitativa entre “não fazer nada, continuar” e “tomar duas”.

• Cerca de 37 por cento das inquiridas já tinham suspeitado que poderiam estar grávidas sem o desejar. A preocupação em ficar grávida influenciava, pelo menos alguma vezes, a vida sexual de cerca de 15 por cento das inquiridas. Das inquiridas que já tinham tido relações sexuais, 13,3 por cento já tinha tomado a pílula do dia seguinte, pelo menos uma vez.

Análise por grupos etários
• É nos grupos mais jovens que predominam as mulheres que afirmam não estar suficientemente informadas sobre os métodos contraceptivos disponíveis.

• Os grupos mais jovens (15/19 anos – 86,9 por cento e 20/29 anos -68,0 por cento) afirmam que o tema foi abordado na escola, ao contrário dos indivíduos dos grupos mais velhos.

• As inquiridas com idades entre os 15 e os 29 anos são as que referem mais frequentemente as amigas e a mãe quando questionadas sobre com quem costumam falar sobe contracepção.

• São as mulheres mais jovens, quando sexualmente activas, as que mais utilizam métodos contraceptivos (15/19 anos – 90,7 por cento; 20/29 anos – 86,3 por cento).

• A pílula foi o método contraceptivo mais referido. No momento de realização do questionário, cerca de 63 por cento das inquiridas entre os 15 e os 19 anos estavam a tomar a pílula.

• A análise do número de ciclos em que as inquiridas referiram ter-se esquecido de tomar a pílula por grupos etários mostra que é nos grupos mais jovens que predomina o esquecimento num maior número de ciclos.

• A atitude a ter-se esquecido de tomar a pílula varia de forma quase equitativa entre “não fazer anda, continuar”, “usar outro método” ou “tomar duas”. O grupo mais jovem é aquele mais vezes “não faz nada, continua”.

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