Concentrações elevadas de Vitamina C no plasma estão relacionadas com um menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares, incluindo acidentes vasculares cerebrais. É este o principal resultado de um estudo levado a cabo pela American Society for Nutrition e publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
De acordo com o estudo em questão, indivíduos que apresentam níveis de concentração de vitamina C no quartil máximo, têm menos 42% de hipóteses de ter um acidente vascular cerebral do que aqueles cujos níveis se encontram nos quartis mais baixos.
O mesmo estudo revela que os indivíduos que se encontram nos quartis superiores, regra geral, são mais novos, activos e tomam suplementos de vitaminas e minerais, consumindo igualmente frutas e vegetais.
Participaram no estudo 20.649 indivíduos, com uma idade média de 58 anos e sem historial de acidente vascular cerebral prévio. No decorrer da investigação, que teve a duração de 9 anos e meio, 448 pessoas sofreram acidentes vasculares cerebrais, tendo 147 sido fatais.
Os resultados alcançados, ou seja, a relação entre a concentração de vitamina C no plasma e o menor risco de sofrer um AVC, são independentes dos factores de risco para esta doença, nomeadamente características biológicas, sociais e dos estilos de vida dos indivíduos.
As principais fontes de vitamina C (ácido ascórbico) são a fruta e os vegetais, uma vez que o corpo humano não consegue sintetizar este nutriente, que actua no organismo como um antioxidante.
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