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Maria de Fátima Coelho, voluntária da Acreditar » “Quando a dor abranda, arregaço as mangas e vou em frente!”

“O maior reconhecimento que tenho é de facto poder «adoçar» o problema dos nossos meninos e famílias”. É assim que Maria de Fátima justifica o facto de não querer ser fotografada.

Esta voluntária da associação Acreditar que aceitou partilhar connosco o que sente ao dispender um pouco do seu tempo semanal com as crianças que sofrem de cancro. “Acreditem que neste tipo de actividade, executada de alma e coração, recebe-se muito mais do que damos”, defende.

Há quanto tempo é voluntária na Associação Acreditar?

Desde Maio de 2004.

O que a levou a tomar a decisão de ser voluntária numa instituição?

A consciência de que é muito gratificante poder contribuir para minimizar o sofrimento das pessoas. Consciência essa que ganhei quando o meu pai esteve internado dois meses no Egas Moniz, vindo a falecer.

Como consegue superar a realidade com que vive e os problemas das crianças que sofrem de cancro?

Às vezes, com muita dificuldade. Mas quando a dor aperta, lembro-me dos bons momentos, dos risos, dos abraços, das brincadeiras que tive o privilégio de partilhar. Aí a dor abranda, “arregaço as mangas” e vou em frente, agradecendo a Deus o facto de, uma vez mais, conseguir ultrapassar.

Porque é que escolheu a ACREDITAR e não outra associação?

Porque acredito nesta associação e nas pessoas que a integram, desde que tive conhecimento da sua existência, tendo muito orgulho em poder fazer parte dela.

Quanto tempo dispende nesta actividade?

Em média, quatro horas por semana.

Que conselhos dá a quem tenha vontade de ser voluntário numa instituição e não saiba por onde começar?

Primeiro verificar se é capaz de assumir este tipo de compromisso consigo mesmo e ainda com os outros, os quais passam a contar com a sua disponibilidade. Somente depois, procurar saber em qual se poderá enquadrar melhor.

Como se caracteriza o seu voluntariado? Que tipo de apoio dá às crianças e aos seus familiares?

Passa pelo que for necessário quando chego à Casa da Acreditar onde efectuo 95% do meu voluntariado. Poucas vezes o faço no IPO.

Desde as brincadeiras, passando pelas conversas ou ajuda em tarefas das famílias, pelas saídas ao jardim aos baloiços ou ainda em passeios organizados, bem como as conversas com os pais ou familiares. Ou ainda algumas vezes e porque também é necessário, apenas estar presente ou ouvir. Passa também pela participação nas bancas da Acreditar, como aconteceu no último dia 15 de Fevereiro, Dia Mundial das Crianças com Cancro. Estas bancas estiveram no Centro Comercial Amoreiras e no Oeiras Parque.

Que mensagem gostaria de deixar aos nossos leitores?

Apenas uma: que acreditem que neste tipo de actividade, executada de alma e coração, se recebe muito mais do que damos!

Esta voluntária da associação Acreditar que aceitou partilhar connosco o que sente ao dispender um pouco do seu tempo semanal com as crianças que sofrem de cancro. “Acreditem que neste tipo de actividade, executada de alma e coração, recebe-se muito mais do que damos”, defende.

Há quanto tempo é voluntária na Associação Acreditar?

Desde Maio de 2004.

O que a levou a tomar a decisão de ser voluntária numa instituição?

A consciência de que é muito gratificante poder contribuir para minimizar o sofrimento das pessoas. Consciência essa que ganhei quando o meu pai esteve internado dois meses no Egas Moniz, vindo a falecer.

Como consegue superar a realidade com que vive e os problemas das crianças que sofrem de cancro?

Às vezes, com muita dificuldade. Mas quando a dor aperta, lembro-me dos bons momentos, dos risos, dos abraços, das brincadeiras que tive o privilégio de partilhar. Aí a dor abranda, “arregaço as mangas” e vou em frente, agradecendo a Deus o facto de, uma vez mais, conseguir ultrapassar.

Porque é que escolheu a ACREDITAR e não outra associação?

Porque acredito nesta associação e nas pessoas que a integram, desde que tive conhecimento da sua existência, tendo muito orgulho em poder fazer parte dela.

Quanto tempo dispende nesta actividade?

Em média, quatro horas por semana.

Que conselhos dá a quem tenha vontade de ser voluntário numa instituição e não saiba por onde começar?

Primeiro verificar se é capaz de assumir este tipo de compromisso consigo mesmo e ainda com os outros, os quais passam a contar com a sua disponibilidade. Somente depois, procurar saber em qual se poderá enquadrar melhor.

Como se caracteriza o seu voluntariado? Que tipo de apoio dá às crianças e aos seus familiares?

Passa pelo que for necessário quando chego à Casa da Acreditar onde efectuo 95% do meu voluntariado. Poucas vezes o faço no IPO.

Desde as brincadeiras, passando pelas conversas ou ajuda em tarefas das famílias, pelas saídas ao jardim aos baloiços ou ainda em passeios organizados, bem como as conversas com os pais ou familiares. Ou ainda algumas vezes e porque também é necessário, apenas estar presente ou ouvir. Passa também pela participação nas bancas da Acreditar, como aconteceu no último dia 15 de Fevereiro, Dia Mundial das Crianças com Cancro. Estas bancas estiveram no Centro Comercial Amoreiras e no Oeiras Parque.

Que mensagem gostaria de deixar aos nossos leitores?

Apenas uma: que acreditem que neste tipo de actividade, executada de alma e coração, se recebe muito mais do que damos!

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