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Trânsito intestinal – cheio como um balão

Barriga inchada e mal-estar, os dias passam e os intestinos continuam sem executar a sua função. Stress, uma alimentação pobre em fibra e insuficiente ingestão de água ou alterações de rotina podem estar por detrás desta desregulação do funcionamento normal dos intestinos.
E, afinal, o que é a obstipação?

A obstipação, vulgarmente conhecida como prisão de ventre, caracteriza-se por uma maior dificuldade em expulsar as fezes do intestino, provocando desconforto abdominal e, por vezes, dor e dificuldade crescente em evacuar. Sucede quando o intestino produz resíduos mais sólidos do que o habitual, ou quando as contrações musculares são insuficientes para fazer deslocar as fezes. E quanto maior o tempo de permanência no intestino, mais difícil se torna a sua expulsão.

Durante o processo digestivo, o intestino é responsável pela absorção de nutrientes e água provenientes da alimentação diária através das suas vilosidades intestinais, passando estes para a corrente sanguínea.

A parte proveniente da alimentação que não é absorvida é eliminada pelo nosso organismo, transformando-se em fezes que vão percorrendo o intestino grosso. Para ajudar neste percurso o nosso intestino faz alguns movimentos involuntários, chamados movimentos intestinais, também conhecidos por peristaltismo.

Quando existe obstipação, os movimentos peristálticos tornam-se habitualmente mais irregulares e menos frequentes, tornando as fezes mais duras e secas pelo tempo de permanência no interior do intestino. Também o consumo insuficiente de líquidos faz com que as fezes se tornem mais duras e secas, porque o organismo vai absorver a água de que necessita a nível no intestino grosso.

A maioria das pessoas tem obstipação pelo menos durante algum período da sua vida. A obstipação não é um problema grave, mas pode conduzir ao desenvolvimento de complicações, como por exemplo as hemorróidas, entre outras.

A obstipação pode ser pontual e passageira, mas quando os sintomas decorrem por períodos superiores a 3 semanas deve procurar-se o aconselhamento médico, porque pode tratar-se de um caso de obstipação crónica ou ser um sinal de doenças mais complexas.

E atenção, pois as pessoas que têm maior probabilidade de sofrer desta condição são as que têm uma vida sedentária, pessoas com muito stress e/ou ansiedade, ou que não ingerem quantidades suficientes de água e fibras na sua alimentação diária.

Por vezes, a simples alteração dos hábitos alimentares e do estilo de vida é suficiente para regular de novo o trânsito intestinal. No entanto, poderá haver casos em que é necessária uma solução mais imediata, e pode haver necessidade de recorrer a laxantes. Estes devem ser utilizados apenas em situações pontuais e sempre com o aconselhamento do seu farmacêutico, porque há várias alternativas com modos de atuação diferentes, sendo importante escolher o mais adequado a cada situação. Deve procurar privilegiar-se os laxantes mais “suaves”, que não sejam agressivos e que não provoquem habituação. A habituação surge devido ao uso continuado de alguns laxantes que faz com que o intestino se habitue à presença do laxante, ficando mais “preguiçoso”, agravando a prisão de ventre.

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PORQUE TENHO OBSTIPAÇÃO?

Podem ser vários os fatores que contribuem para esta condição, mas se procurar evitá-los e alterar alguns hábitos, poderá diminuir ou prevenir as dificuldades na hora de ir à casa de banho. Alguns exemplos são:

> Ingestão insuficiente de fibras. São exemplos de alimentos ricos em fibras os legumes e frutos frescos, cereais e leguminosas.

> Ingestão insuficiente de líquidos. A água e outros fluidos fazem parte da constituição das fezes, por isso é fundamental assegurar um aporte adequado de água, ingerindo aproximadamente 1,5L por dia, mas é necessário aumentar a ingestão de água em alturas de maior calor, porque há perda de água através da transpiração.

> Exercício físico insuficiente. A atividade física é importante para o normal funcionamento do intestino.

> Esperar quando sente vontade de evacuar. Não deve, por hábito, contrariar ou adiar a necessidade de ir à casa de banho.

> Alterações na rotina diária. Durante as viagens podemos ser afetados pela obstipação, sendo inclusive uma altura na qual é frequente a procura de laxantes.

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QUANDO SUSPEITAR DE OBSTIPAÇÃO?

Podemos identificar a obstipação através de alguns sinais de alerta do nosso organismo, entre os quais a dificuldade exagerada no ato de defecar ou a sensação de evacuação incompleta, o aspeto das fezes ressequido e irregular ou acompanhado de sangue.

O sintoma mais comum é a diminuição da frequência habitual de defecação, que pode chegar até aos 3 dias de intervalo entre evacuações. No entanto, cada pessoa tem um organismo diferente e a frequência de dejeção não é igual para todos.

Não é obrigatório ter uma evacuação diária para ser considerado normal. O intervalo usual varia entre 3 vezes por dia a 3 vezes por semana. Assim, cada caso deve ser avaliado individualmente em relação à frequência normal do próprio.

A obstipação é condição (e não doença!) que pode incidir em pessoas de qualquer idade, sendo mais frequente entre grávidas, devido a alterações hormonais, e em bebés que iniciam a sua alimentação com alguns leites de transição.

A obstipação é também muito frequente acima dos 65 anos, atingindo 34% das mulheres e 26% dos homens nestas idades. Pode igualmente estar presente em pessoas que utilizem determinados medicamentos, como alguns anti-hipertensores, antidepressivos, analgésicos opióides, suplementos de cálcio ou ferro e alguns antiácidos.

A obstipação, vulgarmente conhecida como prisão de ventre, caracteriza-se por uma maior dificuldade em expulsar as fezes do intestino, provocando desconforto abdominal e, por vezes, dor e dificuldade crescente em evacuar. Sucede quando o intestino produz resíduos mais sólidos do que o habitual, ou quando as contrações musculares são insuficientes para fazer deslocar as fezes. E quanto maior o tempo de permanência no intestino, mais difícil se torna a sua expulsão.

Durante o processo digestivo, o intestino é responsável pela absorção de nutrientes e água provenientes da alimentação diária através das suas vilosidades intestinais, passando estes para a corrente sanguínea.

A parte proveniente da alimentação que não é absorvida é eliminada pelo nosso organismo, transformando-se em fezes que vão percorrendo o intestino grosso. Para ajudar neste percurso o nosso intestino faz alguns movimentos involuntários, chamados movimentos intestinais, também conhecidos por peristaltismo.

Quando existe obstipação, os movimentos peristálticos tornam-se habitualmente mais irregulares e menos frequentes, tornando as fezes mais duras e secas pelo tempo de permanência no interior do intestino. Também o consumo insuficiente de líquidos faz com que as fezes se tornem mais duras e secas, porque o organismo vai absorver a água de que necessita a nível no intestino grosso.

A maioria das pessoas tem obstipação pelo menos durante algum período da sua vida. A obstipação não é um problema grave, mas pode conduzir ao desenvolvimento de complicações, como por exemplo as hemorróidas, entre outras.

A obstipação pode ser pontual e passageira, mas quando os sintomas decorrem por períodos superiores a 3 semanas deve procurar-se o aconselhamento médico, porque pode tratar-se de um caso de obstipação crónica ou ser um sinal de doenças mais complexas.

E atenção, pois as pessoas que têm maior probabilidade de sofrer desta condição são as que têm uma vida sedentária, pessoas com muito stress e/ou ansiedade, ou que não ingerem quantidades suficientes de água e fibras na sua alimentação diária.

Por vezes, a simples alteração dos hábitos alimentares e do estilo de vida é suficiente para regular de novo o trânsito intestinal. No entanto, poderá haver casos em que é necessária uma solução mais imediata, e pode haver necessidade de recorrer a laxantes. Estes devem ser utilizados apenas em situações pontuais e sempre com o aconselhamento do seu farmacêutico, porque há várias alternativas com modos de atuação diferentes, sendo importante escolher o mais adequado a cada situação. Deve procurar privilegiar-se os laxantes mais “suaves”, que não sejam agressivos e que não provoquem habituação. A habituação surge devido ao uso continuado de alguns laxantes que faz com que o intestino se habitue à presença do laxante, ficando mais “preguiçoso”, agravando a prisão de ventre.

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PORQUE TENHO OBSTIPAÇÃO?

Podem ser vários os fatores que contribuem para esta condição, mas se procurar evitá-los e alterar alguns hábitos, poderá diminuir ou prevenir as dificuldades na hora de ir à casa de banho. Alguns exemplos são:

> Ingestão insuficiente de fibras. São exemplos de alimentos ricos em fibras os legumes e frutos frescos, cereais e leguminosas.

> Ingestão insuficiente de líquidos. A água e outros fluidos fazem parte da constituição das fezes, por isso é fundamental assegurar um aporte adequado de água, ingerindo aproximadamente 1,5L por dia, mas é necessário aumentar a ingestão de água em alturas de maior calor, porque há perda de água através da transpiração.

> Exercício físico insuficiente. A atividade física é importante para o normal funcionamento do intestino.

> Esperar quando sente vontade de evacuar. Não deve, por hábito, contrariar ou adiar a necessidade de ir à casa de banho.

> Alterações na rotina diária. Durante as viagens podemos ser afetados pela obstipação, sendo inclusive uma altura na qual é frequente a procura de laxantes.

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QUANDO SUSPEITAR DE OBSTIPAÇÃO?

Podemos identificar a obstipação através de alguns sinais de alerta do nosso organismo, entre os quais a dificuldade exagerada no ato de defecar ou a sensação de evacuação incompleta, o aspeto das fezes ressequido e irregular ou acompanhado de sangue.

O sintoma mais comum é a diminuição da frequência habitual de defecação, que pode chegar até aos 3 dias de intervalo entre evacuações. No entanto, cada pessoa tem um organismo diferente e a frequência de dejeção não é igual para todos.

Não é obrigatório ter uma evacuação diária para ser considerado normal. O intervalo usual varia entre 3 vezes por dia a 3 vezes por semana. Assim, cada caso deve ser avaliado individualmente em relação à frequência normal do próprio.

A obstipação é condição (e não doença!) que pode incidir em pessoas de qualquer idade, sendo mais frequente entre grávidas, devido a alterações hormonais, e em bebés que iniciam a sua alimentação com alguns leites de transição.

A obstipação é também muito frequente acima dos 65 anos, atingindo 34% das mulheres e 26% dos homens nestas idades. Pode igualmente estar presente em pessoas que utilizem determinados medicamentos, como alguns anti-hipertensores, antidepressivos, analgésicos opióides, suplementos de cálcio ou ferro e alguns antiácidos.

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