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Sesta: Que bela “soneca”

Desengane-se quem classifica de preguiça uma “soneca” a seguir ao almoço. A sesta caiu em desuso, mas é um misto de prazer e necessidade que permite recarregar energias e voltar ao trabalho com outra vitalidade.

Ao meio-dia, Winston Churchill, o célebre primeiro-ministro inglês na Segunda Grande Guerra, não abdicava de uma “soneca”, tal como Napoleão, entre batalhas. E Salvador Dali fazia a sesta com um objecto na mão que, ao cair, assinalava a hora de regressar ao trabalho. Afinal, três exemplos de pessoas que fizeram História e não eram propriamente preguiçosos…

Hoje, várias associações procuram recuperar este hábito, que é benéfico para a saúde. Uma pausa a seguir ao almoço, por mais que breve que seja, é um elixir energético, combatendo a sonolência que tende a surgir ao início da tarde. E certamente com efeitos mais eficazes e saudáveis do que a cafeína, a que tantos recorremos para vencer as quebras de energia. A meio do dia, tenhamos almoçado ou não, o organismo atravessa uma fase de quebra de vigilância, devido a uma diminuição natural da temperatura interna.

Essa sonolência, que erradamente atribuímos a um repasto excessivo, acaba por explicar as sucessivas quebras de produtividade e eficácia nessa altura do dia. O entusiasmo e empenho no trabalho escasseia e o desejo é por uns minutos de repouso. Mais valia dormitar numa qualquer sombra…

Nos primeiros anos de vida, as crianças dormem a qualquer hora do dia e até estão mais tempo a dormir do que despertas. Com o crescimento, aumentam as brincadeiras e tendem a resistir a dormir durante a tarde. Por volta dos três anos, quando grande parte das crianças passa a frequentar as creches, a sesta regressa, já que na generalidade dos estabelecimentos pré-escolares, a sesta é uma rotina diária.

Uma prática saudável, retemperadora entre brincadeiras – uma ou duas horas, para quem necessita de dormir pelo menos 12 por dia, é fundamental para evitar o cansaço. Até porque dificilmente uma criança tem 12 horas de sono nocturno absolutamente repousantes.

Rapidamente as crianças são absorvidas pela engrenagem da correria diária dos pais, entre casa e emprego. Passos acelerados que não respeitam o ritmo próprio dos seus poucos anos, obrigando-os a levantar cedo e forçando-os a deitarem-se mais tarde do que deviam. Ninguém tem a culpa, mas a verdade é que acabam por começar o dia rabugentas, relutando em sair da cama, implicando com os pais, os educadores e os coleguinhas, rendendo pouco nas actividades escolares.

Cabeceiam no banco traseiro do carro ou nos transportes públicos, porque, de facto, não repousaram o suficiente. A sesta permite colmatar essa lacuna.

O sono serve para equilibrar. Um momento íntimo, em que as crianças recordam as actividades realizadas, tranquilizam com as imagens das pessoas de que mais gostam. E surge o sonho.

Ao meio-dia, Winston Churchill, o célebre primeiro-ministro inglês na Segunda Grande Guerra, não abdicava de uma “soneca”, tal como Napoleão, entre batalhas. E Salvador Dali fazia a sesta com um objecto na mão que, ao cair, assinalava a hora de regressar ao trabalho. Afinal, três exemplos de pessoas que fizeram História e não eram propriamente preguiçosos…

Hoje, várias associações procuram recuperar este hábito, que é benéfico para a saúde. Uma pausa a seguir ao almoço, por mais que breve que seja, é um elixir energético, combatendo a sonolência que tende a surgir ao início da tarde. E certamente com efeitos mais eficazes e saudáveis do que a cafeína, a que tantos recorremos para vencer as quebras de energia. A meio do dia, tenhamos almoçado ou não, o organismo atravessa uma fase de quebra de vigilância, devido a uma diminuição natural da temperatura interna.

Essa sonolência, que erradamente atribuímos a um repasto excessivo, acaba por explicar as sucessivas quebras de produtividade e eficácia nessa altura do dia. O entusiasmo e empenho no trabalho escasseia e o desejo é por uns minutos de repouso. Mais valia dormitar numa qualquer sombra…

Nos primeiros anos de vida, as crianças dormem a qualquer hora do dia e até estão mais tempo a dormir do que despertas. Com o crescimento, aumentam as brincadeiras e tendem a resistir a dormir durante a tarde. Por volta dos três anos, quando grande parte das crianças passa a frequentar as creches, a sesta regressa, já que na generalidade dos estabelecimentos pré-escolares, a sesta é uma rotina diária.

Uma prática saudável, retemperadora entre brincadeiras – uma ou duas horas, para quem necessita de dormir pelo menos 12 por dia, é fundamental para evitar o cansaço. Até porque dificilmente uma criança tem 12 horas de sono nocturno absolutamente repousantes.

Rapidamente as crianças são absorvidas pela engrenagem da correria diária dos pais, entre casa e emprego. Passos acelerados que não respeitam o ritmo próprio dos seus poucos anos, obrigando-os a levantar cedo e forçando-os a deitarem-se mais tarde do que deviam. Ninguém tem a culpa, mas a verdade é que acabam por começar o dia rabugentas, relutando em sair da cama, implicando com os pais, os educadores e os coleguinhas, rendendo pouco nas actividades escolares.

Cabeceiam no banco traseiro do carro ou nos transportes públicos, porque, de facto, não repousaram o suficiente. A sesta permite colmatar essa lacuna.

O sono serve para equilibrar. Um momento íntimo, em que as crianças recordam as actividades realizadas, tranquilizam com as imagens das pessoas de que mais gostam. E surge o sonho.

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