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Queda do cabelo nos homens é bem aceite e nas mulheres continua a ser tabu

O Mês da Queda de Cabelo, criado e promovido pelo Viviscal, vai já na sua 3ª iniciativa e tem este ano como tema central a análise e debate da forma como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo, assim como a própria sociedade encara este problema no feminino e masculino.

Foi assim desenvolvido um estudo, em Janeiro de 2011, a 2.024 indivíduos que sofrem de queda de cabelo, com o objectivo de apurar diferenças e semelhanças no modo como este tema é visto e enfrentado por ambos os sexos.

Mais de metade dos indivíduos que sofrem de queda de cabelo consideram que a mesma é mais grave nas mulheres que nos homens (63%), demonstrando o carácter pesado atribuído à queda de cabelo no feminino. Dos inquiridos 68% afirma ainda que a calvície nas Mulheres “não é bem aceite” e 24% declara ser um assunto “tabu”. Contrastando fortemente com estes dados, 79% da amostra considera que a queda de cabelo quando ocorre nos Homens é “bem aceite” pela sociedade. Estes valores comprovam a enorme diferença no modo como esta doença é encara quando ocorre em mulheres e homens.

Ambos os sexos indicam a “falta de auto-estima” e “tristeza/depressão” como os factores que a queda de cabelo mais atinge e têm influência directa na sua rotina. Outra semelhança entre homens e mulheres foi o facto de o “cabelo” ser considerado o segundo elemento da imagem mais importante, atrás da “forma física”, enquanto 60% da amostra em análise encara o “cabelo”, como elemento da imagem, mais importante para as mulheres do que para os homens.

À questão “repara no cabelo do parceiro no primeiro encontro”, 8 em cada 10 inquiridos assumem que efectivamente olham atentamente para este aspecto, enquanto 66% dos inquiridos confirma considerar o estado do cabelo essencial no primeiro contacto estabelecido com um parceiro. No entanto é possível verificar que as mulheres reparam e dão mais importância ao cabelo como elemento essencial, num primeiro contacto que o universo masculino.

Igualmente curioso foi conferir que o mito “as mulheres gostam é de homens carecas”, parece cair, com 36% dos questionados a responder “não” e 33% a responder “sim, algumas”, denotando algumas dúvidas face à esta questão. Foi ainda possível analisar que o enfraquecimento e queda de cabelo é mais facilmente reconhecido nos homens, com 36% a confessarem conhecer mais indivíduos do sexo masculino com enfraquecimento ou queda de cabelo, que indivíduos de ambos os sexos (29%) com este problema ou do sexo feminino (21%).

Outro dado interessante foi verificar que 7 em 10 dos questionados afirmam ter começado com queda de cabelo antes dos 30 anos e que quase metade dos inquiridos (48%) admite ter queda de cabelo há mais de 1 ano, demonstrando que a alopécia é uma doença que atingiu quase metade dos inquiridos nos primeiros anos da fase adulta.

O Estudo Viviscal verificou ainda que, embora o enfraquecimento ou queda de cabelo demonstre ser um elemento de forte impacto na vida dos inquiridos, 76% não recorre a qualquer tipo de especialista para solucionar este problema (dermatologista, médico de família, farmacêutico), sendo que 47% admite mesmo nunca ter efectuado qualquer tratamento para resolver a doença. Dos que afirmam já terem realizado tratamentos, 37% recorreu a cosméticos e apenas 11% a suplementos alimentares.

Estas são as conclusões do estudo Viviscal 2011 sobre o modo como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo. É importante referir ainda que Alopécia Androgenética, ou calvície, como é vulgarmente conhecida, é a principal razão da queda de cabelo nos homens, mas também nas mulheres, onde este problema atinge 1 em cada 2 mulheres portuguesas. No entanto, outras situações podem levar a esta situação, como o stress físico ou psicológico, dietas dramáticas, idade e no caso das mulheres a gravidez, pós-parto e menopausa.

Ficha Técnica: Estudo nacional realizado pela empresa de estudos de mercado Multidados – Consultoria e Tratamento Estatístico de Dados solicitado pelo Viviscal destinado a avaliar o modo como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo – diferenças e semelhanças. Participaram no estudo 2.024 indivíduos que sofrem de queda de cabelo do sexo feminino e masculino através de inquérito online em Janeiro de 2011.

Foi assim desenvolvido um estudo, em Janeiro de 2011, a 2.024 indivíduos que sofrem de queda de cabelo, com o objectivo de apurar diferenças e semelhanças no modo como este tema é visto e enfrentado por ambos os sexos.

Mais de metade dos indivíduos que sofrem de queda de cabelo consideram que a mesma é mais grave nas mulheres que nos homens (63%), demonstrando o carácter pesado atribuído à queda de cabelo no feminino. Dos inquiridos 68% afirma ainda que a calvície nas Mulheres “não é bem aceite” e 24% declara ser um assunto “tabu”. Contrastando fortemente com estes dados, 79% da amostra considera que a queda de cabelo quando ocorre nos Homens é “bem aceite” pela sociedade. Estes valores comprovam a enorme diferença no modo como esta doença é encara quando ocorre em mulheres e homens.

Ambos os sexos indicam a “falta de auto-estima” e “tristeza/depressão” como os factores que a queda de cabelo mais atinge e têm influência directa na sua rotina. Outra semelhança entre homens e mulheres foi o facto de o “cabelo” ser considerado o segundo elemento da imagem mais importante, atrás da “forma física“, enquanto 60% da amostra em análise encara o “cabelo”, como elemento da imagem, mais importante para as mulheres do que para os homens.

À questão “repara no cabelo do parceiro no primeiro encontro”, 8 em cada 10 inquiridos assumem que efectivamente olham atentamente para este aspecto, enquanto 66% dos inquiridos confirma considerar o estado do cabelo essencial no primeiro contacto estabelecido com um parceiro. No entanto é possível verificar que as mulheres reparam e dão mais importância ao cabelo como elemento essencial, num primeiro contacto que o universo masculino.

Igualmente curioso foi conferir que o mito “as mulheres gostam é de homens carecas”, parece cair, com 36% dos questionados a responder “não” e 33% a responder “sim, algumas”, denotando algumas dúvidas face à esta questão. Foi ainda possível analisar que o enfraquecimento e queda de cabelo é mais facilmente reconhecido nos homens, com 36% a confessarem conhecer mais indivíduos do sexo masculino com enfraquecimento ou queda de cabelo, que indivíduos de ambos os sexos (29%) com este problema ou do sexo feminino (21%).

Outro dado interessante foi verificar que 7 em 10 dos questionados afirmam ter começado com queda de cabelo antes dos 30 anos e que quase metade dos inquiridos (48%) admite ter queda de cabelo há mais de 1 ano, demonstrando que a alopécia é uma doença que atingiu quase metade dos inquiridos nos primeiros anos da fase adulta.

O Estudo Viviscal verificou ainda que, embora o enfraquecimento ou queda de cabelo demonstre ser um elemento de forte impacto na vida dos inquiridos, 76% não recorre a qualquer tipo de especialista para solucionar este problema (dermatologista, médico de família, farmacêutico), sendo que 47% admite mesmo nunca ter efectuado qualquer tratamento para resolver a doença. Dos que afirmam já terem realizado tratamentos, 37% recorreu a cosméticos e apenas 11% a suplementos alimentares.

Estas são as conclusões do estudo Viviscal 2011 sobre o modo como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo. É importante referir ainda que Alopécia Androgenética, ou calvície, como é vulgarmente conhecida, é a principal razão da queda de cabelo nos homens, mas também nas mulheres, onde este problema atinge 1 em cada 2 mulheres portuguesas. No entanto, outras situações podem levar a esta situação, como o stress físico ou psicológico, dietas dramáticas, idade e no caso das mulheres a gravidez, pós-parto e menopausa.

Ficha Técnica: Estudo nacional realizado pela empresa de estudos de mercado Multidados – Consultoria e Tratamento Estatístico de Dados solicitado pelo Viviscal destinado a avaliar o modo como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo – diferenças e semelhanças. Participaram no estudo 2.024 indivíduos que sofrem de queda de cabelo do sexo feminino e masculino através de inquérito online em Janeiro de 2011.

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