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Estrias: Imagine um elástico…

20 Novembro, 2011 0

Outra técnica utilizada é a mesoterapia, que recorre à injecção de substâncias que promovem a regeneração celular das fibras afectadas. Para renovar a pele, existem igualmente cremes à base de ácido retinóico (forma oxidada da vitamina A), que acelera a renovação celular e estimula a produção de colagénio.

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Prevenir para não remediar

No início, as estrias apresentam-se ora planas, ora elevadas, predominando a cor púrpura – é a fase inflamatória.

Mas é rápida a evolução para a fase cicatricial, em que ganham o aspecto definitivo: uma atrofia provoca uma depressão cutânea, a epiderme mais fina nessa zona adquire um aspecto branco nacarado mas também pode, muito raramente, pigmentar-se e ficar do tom da pele. Se não forem tratadas, as estrias vão persistir indefinidamente.

A aplicação regular de cosméticos que hidratam e salvaguardam a elasticidade da pele é um dos melhores meios de prevenir o aparecimento de estrias.

Esses produtos são normalmente produzidos à base de ácidos gordos, vitaminas e extractos vegetais. No caso das grávidas, os próprios médicos recomendam a preparação da pele para as mudanças inerentes à gestação, o que passa pela aplicação diária de um produto anti-estrias nas zonas de risco – seios, ventre, coxas, ancas e flancos.

Nove meses fazem tudo por uma vida, mas muitas vezes não passam sem deixar marcas. Por isso, prevenir nunca é demais.

 

Situações pró-estrias

Gravidez: mais de metade das grávidas ganha estrias, sobretudo as mais jovens e na primeira gravidez. As estrias tendem a surgir principalmente a partir do 4.º mês de gravidez, mas é aos 7/8 meses que a pele está mais frágil.
As estrias podem aparecer já depois do parto, por isso convém prolongar a aplicação do tratamento anti-estrias durante alguns meses após o nascimento do bebé.

Adolescência: as estrias, muitas vezes, sinalizam a puberdade, afectando rapazes e raparigas. E, ao contrário do que normalmente se pensa, nesta fase da vida as estrias podem não estar necessariamente ligadas ao aumento de peso, observando-se uma grande contribuição para a sua formação da componente hormonal.
São frequentes e tendem a surgir nas coxas.

Obesidade: cerca de 10 por cento dos obesos têm estrias, podendo ser esta também uma realidade em pessoas que padecem de uma forte desnutrição.

Doenças endócrinas e tratamentos com corticóides: entre as pessoas mais atreitas ao surgimento de estrias, encontram-se as que padecem da doença de Cushing, sendo que tratamentos à base de corticóides são também especialmente susceptíveis de gerar estas lesões na pele (horizontais, de cor púrpura) com particular incidência no tronco, nas pregas axilares e na raiz dos membros superiores e inferiores.

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