A dor representa actualmente um dos maiores problemas de saúde pública afectando cerca de 20 a 30% da população. Saiba como tratá-la sem recorrer à cirurgia.
A dor aguda surge na sequência de um traumatismo, cirurgia, entre outros, e representa uma defesa do organismo. Quando se prolonga por muito tempo (mais de 3 meses) estamos em presença de uma dor crónica, que se torna ela própria uma doença.
Pode-se dividir a dor segundo a sua localização, origem e sintomas. Actualmente, uma das grandes causas é o envelhecimento que provoca um desgaste dos ossos, nomeadamente da coluna vertebral e articulações.
Estima-se que a dor crónica afecte, hoje em dia, 2 milhões de portugueses, com custos anuais de 2 mil milhões de euros por ano e com uma perda de 1,5 milhões de dias de trabalho anuais. No entanto, na última década surgiram novas técnicas que, em muitos casos, evitam cirurgias e que oferecem soluções para melhorar a qualidade de vida dos doentes.
Radiofrequência
Procedimento feito com agulhas bastante finas que emitem uma corrente de radiofrequência e fazem com que os nervos deixem de emitir sinais dolorosos para o cérebro. Usada para alguns tipos de lombalgias, dores cervicais, cefaleias dores neuropáticas e para alguns tipos de dor oncológica.
Nucleoplastia
Esta técnica representa um avanço significativo no tratamento da hérnia discal. É efectuada sem qualquer incisão na pele, o que resulta num trauma mínimo e recuperação rápida. Funciona como um micro laser que provoca uma diminuição do tamanho do disco e uma estabilização do mesmo e “desliga” as fibras nervosas que provocam dor no disco.
Vertebroplastia
Método não cirúrgico para reconstrução de vértebras torácicas e lombares por fracturas devido a osteoporose, neoplasias, trauma, etc.
Farmocoterapia
Os fármacos têm sofrido uma grande evolução com a introdução de moléculas e novas formas de administração, nomeadamente a transdérmica.
Dr. Armando Miguel Barbosa
Especialista em Anestesiologia e Terapêutica da dor
Assistente hospitalar da Unidade de Dor do Hospital Fernando Fonseca
Responsável Unidade de Dor do British Hospital – Torres de Lisboa
Investigador da Pfizer
Membro da International Spinal Intervention Society.
E-mail ArmandoBarbosa@netcabo.pt
A dor aguda surge na sequência de um traumatismo, cirurgia, entre outros, e representa uma defesa do organismo. Quando se prolonga por muito tempo (mais de 3 meses) estamos em presença de uma dor crónica, que se torna ela própria uma doença.
Pode-se dividir a dor segundo a sua localização, origem e sintomas. Actualmente, uma das grandes causas é o envelhecimento que provoca um desgaste dos ossos, nomeadamente da coluna vertebral e articulações.
Estima-se que a dor crónica afecte, hoje em dia, 2 milhões de portugueses, com custos anuais de 2 mil milhões de euros por ano e com uma perda de 1,5 milhões de dias de trabalho anuais. No entanto, na última década surgiram novas técnicas que, em muitos casos, evitam cirurgias e que oferecem soluções para melhorar a qualidade de vida dos doentes.
Radiofrequência
Procedimento feito com agulhas bastante finas que emitem uma corrente de radiofrequência e fazem com que os nervos deixem de emitir sinais dolorosos para o cérebro. Usada para alguns tipos de lombalgias, dores cervicais, cefaleias dores neuropáticas e para alguns tipos de dor oncológica.
Nucleoplastia
Esta técnica representa um avanço significativo no tratamento da hérnia discal. É efectuada sem qualquer incisão na pele, o que resulta num trauma mínimo e recuperação rápida. Funciona como um micro laser que provoca uma diminuição do tamanho do disco e uma estabilização do mesmo e “desliga” as fibras nervosas que provocam dor no disco.
Vertebroplastia
Método não cirúrgico para reconstrução de vértebras torácicas e lombares por fracturas devido a osteoporose, neoplasias, trauma, etc.
Farmocoterapia
Os fármacos têm sofrido uma grande evolução com a introdução de moléculas e novas formas de administração, nomeadamente a transdérmica.
Dr. Armando Miguel Barbosa
Especialista em Anestesiologia e Terapêutica da dor
Assistente hospitalar da Unidade de Dor do Hospital Fernando Fonseca
Responsável Unidade de Dor do British Hospital – Torres de Lisboa
Investigador da Pfizer
Membro da International Spinal Intervention Society.
E-mail ArmandoBarbosa@netcabo.pt