Alopecia: Tranquilidade de mãos dadas com a saúde capilar
[Continua na página seguinte]
Segundo afirma a especialista, a regra de ouro será “ajudá-las a pensar que não são o seu cabelo, mas mais do que isso e que aquela situação é transitória”. Remata que “as mulheres podem continuar a relacionar-se de forma idêntica e não deixam de todo de ser interessantes”.
Queda de cabelo induzida pela quimioterapia
Importa desmistificar que nem todos os doentes oncológicos sofrem de alopecia. Embora existam factores que podem originar a queda de cabelo e condicionar a sua intensidade, nomeadamente, a via da administração, a dosagem e o tipo de fármaco, explica Esmeralda Aldeia, médica fisiatra.
Acrescenta que “existe uma grande incidência de alopecia nos doentes submetidos a um tratamento com via de administração endovenosa com altas doses”.
Esta consequência do tratamento oncológico não afectou psicologicamente, porém, Sidónia Rito, cuja coragem para vencer a doença se sobrepôs ao receio de ver a sua imagem afectada pela queda de cabelo. “Lutei sempre e venci o cancro.
Fui alertada para o risco de alopecia de alopecia devido à administração do fármaco. Inicialmente, não quis tomá-lo, mas depois, disse vou salvarme”, afirmou.
Pedro Perneta, farmacêutico recomenda às pessoas que sofrem de alopecia a toma de um suplemento nutricional adequado ao problema, o uso de produtos apropriados ao seu couro cabeludo e o seguimento de um regime alimentar saudável e equilibrado. A ingestão de suplementos alimentares é indicada igualmente por Esmeralda Aldeia, médica fisiatra.

