Cirurgia endovascular e patologia venosa obstrutiva
Quadro 1 – Critérios clínicos para colocação de filtros na veia cava inferior
Filtros na veia cava – indicações:
Absolutas
Tromboembolismo com contra-indicação para anticoagulação
Tromboembolismo apesar de hipocoagulação eficaz
Complicações da hipocoagulação que obriguem à sua suspensão
Relativas
Trombo iliofemoral flutuante
Embolia pulmonar crónica em paciente com core pulmonale
Embolismo séptico
Ausência de reserva pulmonar para tolerar nova embolia pulmonar
Quadro 2 – Critérios clínicos passíveis de tratamento trombolítico na trombose venosa ílio-cava
Trombose venosa ílio-cava
Indicação para tratamento endovascular
Phlegmasia cerúlea dolens
Alta suspeita de anomalia anatómica subjacente
Isquemia venosa associada
Trombose venosa iliofemoral em doente jovem ou extremamente activo
Extensão à veia cava inferior
Alto risco de embolia pulmonar fatal
Trombose venosa de veia cava inferior após colocação de filtro
Progressão de trombose apesar da terapêutica convencional
Quadro 3 – Etiologia da doença venosa obstrutiva ílio-cava
Extrínseca
Síndrome de May-Turner
Compressão extrínseca (neoplasia)
Fibrose retroperitoneal
Trauma ou cirurgia prévia
Irradiação pélvica
Intrínseca
Síndrome pós-trombótica
Cateterismos femorais de repetição
Colocação de filtros
Estados de hipercoagulabilidade
Quadro 4 – Etiologia da doença venosa obstrutiva das grandes veias torácicas
Doença extrínseca
Dinâmica
síndrome do desfiladeiro torácico
Não dinâmica
Trauma
Tumor (benigno ou maligno)
Mediastinite fibrosante
cirurgia torácica ou cervical
Doença intrínseca
cateteres ou instrumentação venosa
FAV
cateteres crónicos
hemodiálise
oncologia
alimentação parentérica
fios de pacemaker ou desfibrilhador
Dr. Rui Machado
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