Especialistas debatem impacto das doenças ortopédicas nas crianças - Médicos de Portugal

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Especialistas debatem impacto das doenças ortopédicas nas crianças

30 Março, 2009 0

Já na próxima Quinta-feira, e até dia 4 de Abril, terá lugar o 28º Congresso da Sociedade Europeia de Ortopedia Pediátrica (EPOS), que se realiza pela segunda vez em Portugal, no Sheraton Lisboa Hotel & Spa. Esta reunião contará com mais de 400 especialistas médicos, maioritariamente oriundos da Europa e dos EUA, para debater temas como a Escoliose, Trauma infantil, diagnóstico e novos desenvolvimentos tecnológicos para o tratamento de problemas da coluna na população mais jovem.

De acordo com o Dr. Manuel Cassiano Neves, Director do Serviço de Ortopedia do Hospital D. Estefânia e Presidente do Comité Organizativo do Congresso da EPOS em Lisboa, “esta iniciativa tem como objectivo primordial alertar para as doenças ortopédicas nas crianças, e explicar como se pode superá-las, para que o paciente se possa tornar num adulto o mais saudável possível”.
A escoliose é caracterizada por uma curvatura da coluna no plano antero-posterior, fazendo com que o corpo fique assimétrico. Os principais sintomas são ombros que se encontram a alturas diferentes, uma das ancas parecer levantada em relação à outra, cintura desigual, inclinação de todo o corpo para um dos lados e, ao dobrar, proeminência das costelas constituindo a “bossa”.

A escoliose pode ter várias causas como genética, problemas neuromusculares ou comprimento desigual dos membros inferiores, mas o mais comum são as escolioses de causa desconhecida (idiopáticas), que se manifestam na infância ou mais frequentemente na adolescência. Estas deformidades podem estabelecer-se de forma rápida obrigando a uma vigilância cuidada na sua prevenção particularmente na fase da puberdade. Nas formas graves, a única maneira de a corrigir é através de cirurgia e estima-se que a escoliose afecte 2% das mulheres e 0,5% dos homens.

Actualmente podem ser efectuadas cirurgias minimamente invasivas da coluna no tratamento da escoliose, possibilitando que o paciente retome rapidamente a sua vida normal, de uma forma menos dolorosa. Este tratamento consiste na implantação de um dispositivo ao longo da coluna que vai corrigir a curvatura desta, desde que seja superior a 450. Os parafusos, barras e conectores implantados ao longo da coluna têm como objectivo impedir a progressão da doença e reduzir o ângulo da curvatura anormal.

De acordo com o Dr. Manuel Cassiano Neves, Director do Serviço de Ortopedia do Hospital D. Estefânia e Presidente do Comité Organizativo do Congresso da EPOS em Lisboa, “esta iniciativa tem como objectivo primordial alertar para as doenças ortopédicas nas crianças, e explicar como se pode superá-las, para que o paciente se possa tornar num adulto o mais saudável possível”.

A escoliose é caracterizada por uma curvatura da coluna no plano antero-posterior, fazendo com que o corpo fique assimétrico. Os principais sintomas são ombros que se encontram a alturas diferentes, uma das ancas parecer levantada em relação à outra, cintura desigual, inclinação de todo o corpo para um dos lados e, ao dobrar, proeminência das costelas constituindo a “bossa“.

A escoliose pode ter várias causas como genética, problemas neuromusculares ou comprimento desigual dos membros inferiores, mas o mais comum são as escolioses de causa desconhecida (idiopáticas), que se manifestam na infância ou mais frequentemente na adolescência. Estas deformidades podem estabelecer-se de forma rápida obrigando a uma vigilância cuidada na sua prevenção particularmente na fase da puberdade. Nas formas graves, a única maneira de a corrigir é através de cirurgia e estima-se que a escoliose afecte 2% das mulheres e 0,5% dos homens.

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