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Apenas 6.1% da população portuguesa consome suplementos vitamínicos

18 Maio, 2005 0

Lisboa, 13 de Maio de 2005: De acordo com o maior estudo alguma vez realizado no nosso país com o objectivo de avaliar o consumo de suplementos vitamínicos em Portugal, concluiu-se que apenas 6.1% da população portuguesa consome multivitamínicos, uma média bastante abaixo dos restantes países europeus (Ex.: Itália – 20%; Benelux – 40%). A investigação foi desenvolvida pela Memória Descritiva, empresa de estudos de mercado, para a Wyeth Consumer Healthcare.

De modo a clarificar a importância das vitaminas e dos minerais na nutrição e na prevenção de doenças crónicas, decorre hoje em Lisboa a Conferência “Vitaminas & Minerais – Informar é Preciso”, que reúne especialistas internacionais e nacionais na matéria. A importância da luteína na prevenção de doenças oculares, bem como a apresentação de últimos estudos sobre a importância do uso de multivitaminicos, são alguns dos principais temas abordados pelos oradores.

Segundo o estudo de mercado, 66% dos consumidores são do sexo feminino e a percepção das vantagens dos Multivitamínicos apresenta significativas diferenças em função do escalão etário. Assim, factores como “ recuperação de doença”, “stress”, “para fumadores”, são os motores da utilização da faixa etária entre os 25 e os 49 anos. Por outro lado, factores mais relacionados com o bem-estar pessoal, são melhor percepcionados como vantagens, pelos consumidores mais jovens (18-24) e a partir dos 50 anos. 32% dos consumidores utiliza este tipo de suplementos para obter um fortalecimento a nível físico. Já 25 por cento dos inquiridos revelaram que a sua opção pelos suplementos vitamínicos prende-se com os efeitos positivos que eles proporcionam para o estado geral da saúde.

Segundo os especialistas, estes dados são facilmente justificados, pois o stress transformou-se no denominador comum da vida moderna, representando uma sobrecarga individual, familiar e social implacável. Esta sobrecarga física e psíquica repercute-se num acréscimo de necessidades nutritivas no sentido da reposição das capacidades bioenergéticas, do indivíduo e da consequente capacidade de resposta ao desgaste, à fadiga e à resistência à doença.

Os frutos e os vegetais constituem a principal fonte de muitas vitaminas e há muito que os especialistas recomendam a ingestão de cinco porções diárias. Um estudo demonstrou que na realidade, apenas 20% a 30% da população cumpre este objectivo, pelo que os especialistas aconselham a toma diária de um multivitamínico, sobretudo pelos benefícios já conhecidos ou suspeitos, da suplementação com ácido fólico, e vitaminas B6, B12 e D, na prevenção de doenças cardiovasculares, cancro e osteoporose.

De modo a clarificar a importância das vitaminas e dos minerais na nutrição e na prevenção de doenças crónicas, decorre hoje em Lisboa a Conferência “Vitaminas & Minerais – Informar é Preciso”, que reúne especialistas internacionais e nacionais na matéria. A importância da luteína na prevenção de doenças oculares, bem como a apresentação de últimos estudos sobre a importância do uso de multivitaminicos, são alguns dos principais temas abordados pelos oradores.

Segundo o estudo de mercado, 66% dos consumidores são do sexo feminino e a percepção das vantagens dos Multivitamínicos apresenta significativas diferenças em função do escalão etário. Assim, factores como “ recuperação de doença”, “stress”, “para fumadores”, são os motores da utilização da faixa etária entre os 25 e os 49 anos. Por outro lado, factores mais relacionados com o bem-estar pessoal, são melhor percepcionados como vantagens, pelos consumidores mais jovens (18-24) e a partir dos 50 anos. 32% dos consumidores utiliza este tipo de suplementos para obter um fortalecimento a nível físico. Já 25 por cento dos inquiridos revelaram que a sua opção pelos suplementos vitamínicos prende-se com os efeitos positivos que eles proporcionam para o estado geral da saúde.

Segundo os especialistas, estes dados são facilmente justificados, pois o stress transformou-se no denominador comum da vida moderna, representando uma sobrecarga individual, familiar e social implacável. Esta sobrecarga física e psíquica repercute-se num acréscimo de necessidades nutritivas no sentido da reposição das capacidades bioenergéticas, do indivíduo e da consequente capacidade de resposta ao desgaste, à fadiga e à resistência à doença.

Os frutos e os vegetais constituem a principal fonte de muitas vitaminas e há muito que os especialistas recomendam a ingestão de cinco porções diárias. Um estudo demonstrou que na realidade, apenas 20% a 30% da população cumpre este objectivo, pelo que os especialistas aconselham a toma diária de um multivitamínico, sobretudo pelos benefícios já conhecidos ou suspeitos, da suplementação com ácido fólico, e vitaminas B6, B12 e D, na prevenção de doenças cardiovasculares, cancro e osteoporose.

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