95 por cento dos problemas de incontinência urinária são tratáveis
Lisboa, 11 de Novembro de 2005: Doenças da prostata, infecções urinárias, incontinência e disfunção sexual são alguns dos temas em debate nas Jornadas de Urologia que hoje decorrem entre as 9h30 e as 17h00 no Hospital Pulido Valente.
Com o apoio da Associação Portuguesa de Urologia (APU) e da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG), estas jornadas visam informar sobre os problemas de foro urológico femininos e masculinos e salientar que muitas dessas patologias podem ser tratadas e acompanhadas pelo clínico geral.
Segundo o Dr. Tomé Lopes, director do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente “metade dos homens com mais de 60 anos sofrem de hiperplasia da prostata, um em cada dez homens têm disfunção sexual e a incontinência urinária, se diagnosticada a tempo, é tratável em 95 por cento dos casos.
Estamos, sem dúvida, perante doenças que têm maior incidência em idades mais avançadas e é muito importante que, ao nível da medicina familiar, os profissionais estejam aptos para diagnosticar e tratar estes doentes”.
A OMS refere que nos países desenvolvidos é a faixa etária acima dos 80 anos a que regista um mais rápido crescimento.
Como refere o Dr. Tomé Lopes “tendo em conta que em 2035 há o dobro de pessoas com mais de 65 anos comparativamente com 2000, será impossível que o tratamento de doenças urológicas fica apenas a cargo dos urologistas”.
Mas como destaca o Dr. Eduardo Mendes, presidente da APMCG, tudo depende da patologia e, se estivermos a falar de doenças oncológicas, deveremos referenciar os especialistas, embora continuemos a acompanhar o processo do doente”.
As jornadas que hoje decorrem são uma iniciativa do Hospital Pulido Valente que pretende, assim, potenciar a informação e actualização dos médicos de família.
Como refere o Dr. Tomé Lopes “as doenças urológicas são hoje mais conhecidas o que aumenta a procura por parte dos doentes e cabe também aos especialistas desta área formar e informar as restantes especialidades”.
Este facto é reforçado pelo Dr. Eduardo Mendes, presidente da APMCG, para quem “a informação e actualização dos profissionais é importante e contribui para uma melhoria na acessibilidade dos cidadãos aos cuidados de saúde”.
As infecções urinárias, as patologias malignas e benignas da prostata (HBP), a disfunção eréctil e litiáse no homem e a incontinência urinária na mulher, são os problemas urológicos que mais frequentemente levam os utentes aos centros de saúde para consultas junto do médico de família.
Contudo o aconselhamento sobre tratamentos em casos de situações crónicas justifica sempre a procura de um urologista.
Com o apoio da Associação Portuguesa de Urologia (APU) e da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG), estas jornadas visam informar sobre os problemas de foro urológico femininos e masculinos e salientar que muitas dessas patologias podem ser tratadas e acompanhadas pelo clínico geral.
Segundo o Dr. Tomé Lopes, director do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente “metade dos homens com mais de 60 anos sofrem de hiperplasia da prostata, um em cada dez homens têm disfunção sexual e a incontinência urinária, se diagnosticada a tempo, é tratável em 95 por cento dos casos.
Estamos, sem dúvida, perante doenças que têm maior incidência em idades mais avançadas e é muito importante que, ao nível da medicina familiar, os profissionais estejam aptos para diagnosticar e tratar estes doentes”.
A OMS refere que nos países desenvolvidos é a faixa etária acima dos 80 anos a que regista um mais rápido crescimento.
Como refere o Dr. Tomé Lopes “tendo em conta que em 2035 há o dobro de pessoas com mais de 65 anos comparativamente com 2000, será impossível que o tratamento de doenças urológicas fica apenas a cargo dos urologistas”.
Mas como destaca o Dr. Eduardo Mendes, presidente da APMCG, tudo depende da patologia e, se estivermos a falar de doenças oncológicas, deveremos referenciar os especialistas, embora continuemos a acompanhar o processo do doente”.
As jornadas que hoje decorrem são uma iniciativa do Hospital Pulido Valente que pretende, assim, potenciar a informação e actualização dos médicos de família.
Como refere o Dr. Tomé Lopes “as doenças urológicas são hoje mais conhecidas o que aumenta a procura por parte dos doentes e cabe também aos especialistas desta área formar e informar as restantes especialidades”.
Este facto é reforçado pelo Dr. Eduardo Mendes, presidente da APMCG, para quem “a informação e actualização dos profissionais é importante e contribui para uma melhoria na acessibilidade dos cidadãos aos cuidados de saúde”.
As infecções urinárias, as patologias malignas e benignas da prostata (HBP), a disfunção eréctil e litiáse no homem e a incontinência urinária na mulher, são os problemas urológicos que mais frequentemente levam os utentes aos centros de saúde para consultas junto do médico de família.
Contudo o aconselhamento sobre tratamentos em casos de situações crónicas justifica sempre a procura de um urologista.
Páginas: 1 2

