Arquivo de Medicamentos - Página 2 de 15 - Médicos de Portugal

A carregar...




A fibrilhação auricular é a principal causa de hospitalização por arritmias nos Estados Unidos1 e representa 1/3 das hospitalizações por arritmias na Europa2. As hospitalizações por fibrilhação auricular tiveram um aumento importante (de duas a três vezes) durante os últimos anos nos Estados Unidos1. A fibrilhação auricular é uma doença complexa que multiplica por cinco o risco de Acidente Vascular Cerebral3, agrava o prognóstico dos pacientes com riscos cardiovasculares4 e duplica o risco de mortalidade5.

Segundo os autores do artigo do New England Journal of Medicine, o estudo demonstrou uma redução significativa de 29% no risco de morte por causas cardiovasculares (p=0,03) nos doentes com fibrilhação auricular. Adicionalmente Multaq® (dronedarona) reduziu significativamente, em cerca de 45% (p=0,01), o risco de morte de origem arrítmica. O número de mortes por qualquer causa revelou-se numericamente inferior a 16% no grupo de dronedarona em comparação com o grupo de placebo (p=0,18). O número de primeiras hospitalizações de origem cardiovascular foi reduzido em cerca de 26% (p <0.001) no grupo dronedarona.


«O estudo ATHENA é o primeiro ensaio clínico que mostra uma redução da incidência das hospitalizações de origem cardiovascular e de mortes nos doentes com fibrilhação auricular tratados com um antiarrítmico», comentou o Professor Stefan H. Hohnloser J.W., da divisão de Electrofisiologia Clínica da Universidade de Goethe, Frankfurt, Alemanha, e investigador principal do estudo ATHENA.


Os efeitos indesejáveis mais frequentes, reportados no grupo dronedarona em comparação com o grupo placebo, foram diarreias (9,7 % vs 6,2 %), náuseas (5,3 % vs 3,1 %), bradicardias (3,5 % vs 1,2 %), prolongamento do intervalo QT no electrocardiograma (1,7% vs 0,6%), reacções cutâneas, principalmente exantema (10,3% vs 7,6%) e aumento da creatinina no sangue (4,7% vs 1,3%) *.


*O mecanismo ligado ao aumento da creatinina no sangue ficou bem definido num outro estudo realizado em voluntários sãos e não foi indicativo de toxicidade renal.


[Continua na página seguinte] 






A GlaxoSmithKline (GSK) anunciou hoje que o Comité de Especialidades Farmacêuticas para Uso Humano (Committee for Medicinal Products for Human Use - CHMP) da Agência Europeia do Medicamento (European Medicines Agency - EMEA) tinha emitido um parecer positivo e recomendado a aprovação de SynflorixTM. Foi proposto que a vacina pediátrica tenha como indicação a imunização activa contra doenças invasivas e infecções do ouvido médio (otite média aguda) causadas por Streptococcus pneumoniae em bebés e crianças , a partir das seis semanas até aos dois anos de idade. Prevê-se que a Autorização de Introdução do Mercado Europeia da vacina seja concedida nos próximos meses.

É de prever que a próxima geração de vacina pneumocócica da GSK venha a trazer grandes benefícios para a saúde pública, proporcionando cobertura contra a doença causada por três das principais estirpes pneumocócicas (serotipos 1, 5 e 7F) além dos sete serotipos (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F, 23F) que tem em comum com a vacina existente.1 Os serotipos 1, 5 e 7F são responsáveis pelo peso sócio-económico significativo que esta doença representa, e que é responsável por 5-25% de todos os casos Doença pneumocócica invasiva (DPI).


"Esta inovadora vacina pneumocócica 10-valente foi concebida para proporcionar uma protecção alargada contra as principais estirpes de pneumococos causadores de doença, e tem o potencial de proporcionar benefícios significativos para a saúde pública tanto a nível europeu, como globalmente," comentou Jean Stéphenne, Presidente e Director Geral da GSK Biologicals. "Uma vez aprovada, esta importante vacina pediátrica, que encaixa facilmente nos esquemas de vacinação existentes, irá colocar à disposição dos médicos uma opção nova em termos de prevenção de doenças mortíferas."


 


Doença invasiva


As doenças invasivas causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae (S. pneumoniae) incluem: meningite, pneumonia bacteriémica, empiema pleural (acumulação de pus/fluido no espaço que envolve os pulmões) e bacteriemia (infecção do sangue). É necessário melhorar a protecção, uma vez que até quase um em cada três casos destas doenças potencialmente mortíferas até à data não era prevenível através de vacina nas crianças europeias, por serem causadas por estirpes que não estavam incluídas na formulação da vacina actualmente disponível. 2


Os serotipos 1 e 7F, que não são abrangidos pela vacina disponível actualmente, estão a aumentar tanto em vários países europeus como em todo o mundo. , , , Através da inclusão destas estirpes adicionais de S. pneumoniae, que podem provocar doença grave e morte, a candidata a vacina da GSK tem o potencial de prevenir até 88% das DPI pediátricas globalmente, o que vem sublinhar a importância da sua introdução na Europa e no resto do mundo. 2,5,7,8,


 


Infecções do ouvido médio


Além de proporcionar uma cobertura mais alargada contra a doença pneumocócica invasiva, a candidata a vacina da GSK foi também concebida para proporcionar uma protecção significativa contra a infecção comum do ouvido médio, a chamada otite média aguda (OMA).3 Calcula-se que três quartos das crianças venham a ter pelo menos um episódio de OMA antes de atingirem os três anos de idade, com mais do que um terço a sofrer infecções de repetição. Por conseguinte, esta doença é extremamente pesada tanto para as crianças como para as suas famílias , e representa um esforço adicional para os recursos de cuidados de saúde.


 


SynflorixTM


SynflorixTM da GSK é uma candidata a vacina pneumocócica conjugada 10-valente que apresenta uma concepção inovadora. A vacina foi concebida com polissacarídeos derivados de 10 estirpes diferentes de pneumococos. Oito estão ligadas a uma inovadora proteína transportadora ‘D' derivada de um segundo agente patogénico pediátrico major - Haemophilus influenzae não tipificável (NTHi) . Esta inovadora proteína transportadora visa minimizar a possibilidade de interferência imunitária quando é co-administrada com outras vacinas. O robusto programa de desenvolvimento clínico da GSK relativo à vacina inclui ensaios na Europa, bem como em África, na Ásia e na América Latina. As respostas dos anticorpos às vacinas co-administradas testadas são semelhantes na presença ou na ausência da vacina pneumocócica 10-valente, o que indica que a vacina não interfere com as vacinas pediátricas administradas concomitantemente.


Um protótipo de formulação da vacina em que é utilizada a mesma abordagem inovadora de tecnologia de conjugação com uma proteína D imunologicamente activa derivada de NTHi, proporcionou uma redução de 33,6 % da otite média aguda clínica, independentemente da etiologia, num ensaio europeu.


SynflorixTM foi aprovado pelas entidades reguladoras canadianas no dia 11 de Dezembro de 2008, para utilização em bebés e crianças contra Streptococcus pneumoniae e a doença pneumocócica invasiva (DPI).


A GSK apresentou um dossier para aprovação desta candidata a vacina, que poderá vir a salvar vidas, junto da Organização Mundial de Saúde (OMS) para pré-qualificação (PQ) no início de 2008. A PQ é um serviço fornecido pela OMS para facilitar o acesso aos medicamentos em países mais carenciados.






Quando vomitamos ou temos diarreia, eliminamos muitos líquidos. Consequentemente, eliminamos também elementos importantes para a nossa saúde, como sódio e potássio. Havendo desequilíbrio na quantidade no nosso sangue, as conseqüências são potencialmente graves.

Por isso, é muito importante a hidratação imediata. Pequenas quantidades de líquidos, ingeridas nos intervalos das crises, podem ajudar a interromper o vómito. Mas o ideal é utilizar soros, que permitem a reposição electrolítica, evitam o agravamento da perda de líquidos e ajudam no restabelecimento das funções do aparelho digestivo.


Recuperat-ion® Soro Oral S.R.O, enriquecido com Imunoglukan®, ajuda a restabelecer o equilíbrio hídrico e electrolítico que o corpo necessita perante situações de desidratação. Esta solução actua não só sobre os sintomas das infecções gastrointestinais mas também previne a desidratação secundária que tem como sintomas diarreias e vómitos.


O novo soro oral está indicado para adultos e para crianças a partir de um ano de idade, não contém glúten e está disponível em três sabores (laranja; banana-manga e cola) o que também facilita a sua ingestão pelas crianças. A fórmula segue os actuais critérios da OMS e da Sociedade Europeia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica) e conta com dois tipos de embalagens: Brik de 1000 ml e dois briks de 250 ml.


Este novo soro inclui na sua fórmula Imunoglukan® polissacárido que estimula a resposta imunitária natural ajudando assim a restabelecer a mucosa intestinal alterada por um processo vírico. Esta molécula é um reconhecido activador que estimula e alerta o sistema imunitário sobre a presença de agentes patógenos. Chega directamente ao intestino delgado e entra em contacto com os macrófagos e linfócitos.






A autorização para comercialização aprovada na União Europeia significa que a GSK pode agora apresentar o alli a adultos com um IMC de 28 kg/m ou superior, em todos os 27 países membros da UE. Estão agora a ser elaborados os planos para o lançamento do alli nos próximos meses

Manfred Scheske, Presidente da GSK Consumer Healthcare Europe afirma: "nos Estados Unidos o alli tem ajudado milhões de utilizadores a perderem peso com sucesso gradual e regularmente e a adoptar um estilo de vida saudável. Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de criar um sucesso semelhante na Europa e brevemente iremos lançar o alli nas farmácias europeias."


Os ensaios clínicos demonstraram que o alli, associado a uma dieta baixa em calorias e com menos gordura, pode ajudar a perder 50% mais de peso do que se estivesse só a fazer dieta. Assim, por cada dois quilos que perdesse fazendo apenas dieta, o alli pode agora ajudá-lo a perder 1 quilo extra. O alli actua de forma a impedir que alguma da gordura que se ingere seja absorvida pelo corpo e transformada em quilos extra.


O principal especialista europeu em obesidade, o Professor Stephan Jacob do Cardio-Metabolic Institute, da Alemanha, explica: "A investigação tem demonstrado que os consumidores estão a gastar milhões de Euros todos os anos em dietas da moda, "comprimidos milagrosos" de eficácia não comprovada e suplementes dietéticos potencialmente inseguros, muitas vezes sem qualquer dado científico que os comprove. Ao colocar à disposição um medicamento autorizado sem receita médica, os consumidores terão a opção de uma terapia comprovada que pode apoiá-los na sua luta contra a perda de peso. Para muitos, perder peso pode tornar-se o catalisador para melhoria na sua saúde e auto-estima geral".


 


Como utilizar o alli


alli está indicado para perda de peso em adultos com um IMC de 28 kg/m ou superior, quando utilizado em conjunto com uma dieta baixa em gorduras e reduzida em calorias. A dose recomendada do alli é de uma cápsula de 60 mg três vezes por dia com refeições contendo a dose de gordura recomendada.


 


Acerca do alli


» O princípio activo do alli é o orlistato 60 mg
» O orlistato 60 mg actua localmente do sistema digestivo impedindo a absorção da gordura e portanto, a absorção do ingrediente activo na corrente sanguínea é mínima.
» Há 10 anos que o Orlistato 120 mg está disponível como tratamento sujeito a receita médica
» O perfil de segurança e eficácia do orlistato está bem documentado e foi estabelecido com base em dados de mais de 100 estudos clínicos
» A GlaxoSmithKline concluiu em Fevereiro de 2007 um acordo com a Roche (que comercializa o orlistato 120 mg de receita médica), que permitiu à empresa obter a aprovação regulamentar para o orlistato 60 mg como o primeiro medicamento indicado para perda de peso não sujeito a receita médica autorizado da Europa.
» alli (orlistato 60 mg) foi lançado nos EUA em Junho de 2007 como o único adjuvante de perda peso não sujeito a receita médica aprovado pela Food and Drugs Administration (FDA)


 


Acerca da GSK


Na GlaxoSmithKline (GSK), uma das empresas líder a nível mundial no campo da investigação e desenvolvimento de produtos farmacêuticos e cuidados de saúde, estamos empenhados em melhorar a qualidade da vida humana permitindo às pessoas fazerem mais, sentirem-se melhor e viverem durante mais tempo. Com quatro centros de I&D dedicados aos cuidados de saúde para o consumidor e assuntos regulamentares para os cuidados de saúde para o consumidor, esta actividade coloca a inovação científica no mesmo patamar da excelência de marketing, oferecendo uma capacidade sem precedentes em ambos.


Para obter mais informações sobre a empresa, visite www.gsk.com.






Prometax Sistema Transdérmico apresenta uma inovadora forma de administração transdérmica que permite que o princípio activo seja lentamente absorvido pela pele, evitando a passagem gastrointestinal. A cómoda posologia e administração, através da colocação de um sistema transdérmico uma vez ao dia, facilita a adesão ao tratamento.

Os ensaios clínicos realizados demonstraram que os doentes tratados com o novo fármaco apresentaram melhorias significativas às 24 semanas, nomeadamente nas actividades da vida diária e nos sintomas cognitivos. Os ensaios clínicos evidenciaram também a boa receptividade dos cuidadores para esta nova formulação transdérmica comparativamente com o mesmo medicamento administrado em cápsulas.


A Rivastigmina é uma das substâncias activas mais usadas para o tratamento da Doença de Alzheimer, forma mais frequente de demência nos países industrializados.


 


Sobre a Doença de Alzheimer


A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro que se caracteriza pela perda progressiva e irreversível das capacidades mentais, conduzindo o doente a um estado de dependência total. Neste sentido, a doença de Alzheimer influencia negativamente o quotidiano não só do doente, que perde progressivamente as suas capacidades, mas também do cuidador, alvo de um enorme desgaste físico e psicológico.


A perda das capacidades cognitivas está associada inicialmente a um deficit no funcionamento e, posteriormente, à morte das células neuronais. A doença surge de uma forma insidiosa, com manifestações relacionadas com a perda de memória em adultos com mais de cinquenta anos, o que faz com que as queixas sejam muitas vezes desvalorizadas quer pelo doente, quer pelos familiares.


A causa da Doença de Alzheimer é desconhecida mas aceita-se que é uma doença geneticamente determinada, embora não seja hereditária, isto é, não se evidencia uma transmissão de pais para filhos.


Os atrasos que muitas vezes se verificam no diagnóstico, associados à não-aceitação da doença, faz com que a terapêutica não seja instituída tão precocemente quanto seria desejável para permitir o tratamento e o prolongamento da autonomia dos doentes.


 


Acerca de BIAL:


Fundado em 1924, Bial é o maior grupo farmacêutico nacional, distinguindo-se no panorama empresarial português em termos de investimento em I&D. Bial é a empresa na área da saúde, em Portugal, que mais investe em I&D direccionando cerca de 20% da facturação, 30 milhões de euros/ano, para a investigação de novos fármacos nas áreas do sistema nervoso central e do sistema cardiovascular.


Nos últimos anos Bial patenteou vários potenciais novos medicamentos a nível mundial, estando actualmente a licenciar tecnologia sua para empresas de diversos países.






O fármaco foi também aprovado para tratamento do cancro renal. De realçar que os dois tumores têm taxas de sobrevivência muito baixas e, respectivamente, nenhumas, e poucas alternativas terapêuticas válidas.

A decisão do Infarmed baseou-se nos resultados de vários estudos. Um estudo (SHARP) realizado em 602 doentes com cancro do fígado demonstrou que o medicamento aumenta a sobrevivência global destes doentes em 44%.


Este estudo foi antecipadamente concluído, para que o fármaco pudesse ser disponibilizado a todos os doentes, visto ter ficado demonstrada a sua eficácia e segurança.


Quanto ao estudo em doentes com cancro renal (TARGET), 84% dos doentes tratados com o novo medicamento apresentaram um melhor controlo e estabilização da doença e, por consequência, uma redução do tempo até à progressão do tumor e aumento da sobrevivência global.


O cancro do rim tem resposta limitada à radioterapia e quimioterapia convencional.


O cancro do fígado é o sexto mais comum e a terceira principal causa de morte mundial relacionada com cancro. Anualmente, são diagnosticados mais de 600 mil novos casos mundialmente e a taxa de incidência continua a aumentar.


O cancro do rim é responsável por cerca de 2% dos tumores em adultos e afecta duas vezes mais os homens do que as mulheres.






Não assimilada, a fenilalanina acumula-se no sangue e afecta o tecido nervoso, resultando em atrasos mentais graves e progressivos, visíveis desde os primeiros meses de vida.

Sem acompanhamento, as crianças perdem cerca de 50 pontos do QI antes do primeiro aniversário e vêem a esperança de vida reduzir-se drasticamente: 75% morrem antes dos 30 anos. A detecção precoce é fundamental. Por isso, todos os recém-nascidos são submetidos ao conhecido "teste do pezinho".


Até ao momento, a única alternativa terapêutica consistia numa dieta restrita em fenilalanina, evitando alimentos básicos do dia-a-dia como leite, carne, peixe, algumas frutas e vegetais. No entanto, há uma nova luz ao fundo do túnel para estas crianças: a Comissão Europeia acaba de aprovar a comercialização de um medicamento inovador para o tratamento da doença.


De acordo com os últimos estudos clínicos, o fármaco provou reduzir os níveis de fenilalanina no sangue e assim aumentar a tolerância alimentar dos doentes, devolvendo-lhes liberdade e qualidade de vida. Espera-se que o tratamento esteja disponível em Portugal até ao final do primeiro semestre de 2009.






A BMS já forneceu mais de 2500 contentores de vacinas ao governo de Bihar, em Nova Deli, na presença de delegados da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para as Crianças (UNICEF) e do Rotary International que lideram a campanha internacional de combate à poliomielite. Ao abrigo do programa já foram vacinadas 550 milhões de crianças no mundo inteiro, deste total cerca de 150 milhões são indianas. O transporte de vacinas é realizado por voluntários que se deslocam às vilas para administrar os fármacos. Estes contentores são produzidos pela empresa Blowkings, em Mumbai, um dos principais fabricantes de equipamentos para transporte a frio, na Índia.

"A Índia é o país mais afectado pela poliomielite, com 70% dos casos registados em todo o mundo. É com muita satisfação que nos associamos ao programa mundial de erradicação da doença. A vacinação é, até ao momento, a única forma existente de prevenção desta patologia altamente infecciosa. Através destes sistemas conseguimos garantir que os fármacos não perdem eficácia e são transportados nas temperaturas certas - entre os dois e oito graus celsius", explica Alberto Goldstein, Sales Manager da BMS Portugal.


O lançamento da solução ocorreu nas instalações da Baysystems na região de Noida, Índia, e que integra actualmente, uma rede mundial constituída por 30 casas de sistemas de poliuretano, todas elas empenhadas no desenvolvimento de soluções para os clientes, através de uma colaboração muito estreita com eles.


A poliomielite é uma infecção viral muito contagiosa, por vezes mortal, que pode provocar fraqueza muscular permanente, paralisia e outros sintomas. O poliovírus, um enterovírus, transmite-se através da ingestão de substâncias, como água, contaminadas por fezes infectadas. O contágio estende-se do intestino a todo o corpo, mas o cérebro e a espinal medula são os mais gravemente afectados. As crianças com menos de 5 anos de idade são especialmente propensas a esta doença.


A Bayer MaterialScience, com 30 centros de produção espalhados pelo mundo, é uma das maiores produtoras de polímeros e plásticos de alta performance. Actua em cinco áreas de negócios: Revestimentos, Adesivos e Especialidades; Policarbonatos; Poliuretanos; Poliuretanos Termoplásticos e Químicos Inorgânicos Básicos. Os principais sectores de actuação são a indústria automóvel, eléctrica/electrónica, construção, desporto e lazer. O objectivo da Bayer MaterialScience é tornar realidade as visões dos clientes cumprindo assim o lema da empresa: VisionWorks.






A utilização de fármacos em associação fixa, como é o caso de Copalia, é hoje uma recomendação de 1ª linha no tratamento da hipertensão arterial de acordo com as mais recentes guidelines europeias.

A complementaridade do duplo mecanismo de acção de Copalia proporciona uma eficácia superior às monoterapias, para além de uma boa tolerabilidade com uma diminuição significativa dos edemas periféricos tradicionalmente associados aos bloqueadores dos canais de cálcio. A eficácia na redução dos valores de pressão arterial sistólica e diastólica é visível, quer nos diferentes estadios da hipertensão arterial, quer em doentes de diferentes faixas etárias.



Sobre as Doenças Cardiovasculares


As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de morte entre os europeus, e são responsáveis, todos os anos, por mais de 1,9 milhões de mortes na União Europeia.


A prevalência da hipertensão arterial na população portuguesa ronda os 40%, sendo que 61% dos doentes hipertensos não fazem qualquer tipo de tratamento.


A percentagem de doentes hipertensos não diagnosticados, não tratados e não controlados é ainda muito alta, assim como os factores de risco associados, incluindo os estilos de vida, como sedentarismo e hábitos alimentares que condicionam a obesidade central, a diabetes e a HTA.


 


Acerca de BIAL:


Fundado em 1924, Bial é o maior grupo farmacêutico nacional, distinguindo-se no panorama empresarial português em termos de investimento em I&D. Bial é a empresa na área da saúde, em Portugal, que mais investe em I&D direccionando cerca de 20% da facturação, 30 milhões de euros/ano, para a investigação de novos fármacos nas áreas do sistema nervoso central e do sistema cardiovascular.


Nos últimos anos Bial patenteou vários potenciais novos medicamentos a nível mundial, estando actualmente a licenciar tecnologia sua para empresas de diversos países.






Preconiza-se que o plerixafor seja administrado concomitantemente com factor de crescimento (G-CSF) beneficiando o doente, o médico, e consequentemente os centros de transplante.


Segundo John F. DiPersio, Professor na Washington University, St. Louis, "o plerixafor constitui um avanço importante no tratamento das pessoas cuja doença oncológica requer um transplante de células estaminais". Segundo o mesmo especialista, "este novo medicamento deve passar a integrar o regime de tratamento para preparação deste tipo de transplante".


Para que este transplante possa ser realizado é necessário colher aproximadamente 2 milhões de células estaminais por kg de peso corporal. Para muitos doentes este processo pode ter que ser repetido durante vários dias, em sessões de 3 a 4 horas, até que tenha sido colhido o número adequado de células. Ainda assim, em alguns doentes acaba por não ser possível mobilizar células suficientes, o que inviabiliza o transplante. Segundo DiPersio, "Para muitos doentes oncológicos, o transplante é a única esperança de remissão ou cura"


Para além das vantagens clínicas, também os benefícios económicos são extraordinariamente relevantes, já que com plerixafor o número de dias de aférese (processo de colheita das células estaminais hematopoiéticas, indispensáveis para o transplante) é bastante menor e o recurso aos centros de aférese torna-se mais racional e eficiente.


No estudo piloto, em 59% dos doentes com Linfoma Não - Hodgkin que receberam plerixafor e factor de crescimento (G-CSF), foi possível colher o número pretendido de pelo menos 5 milhões de células estaminais por kg de peso, em quatro ou menos sessões de aférese; comparativamente, nos doentes tratados com placebo e G-CSF, esta taxa foi de 20%. O número médio de dias para atingir o objectivo do estudo relativamente à contagem de células (pelo menos 5 milhões) foi de 3 dias no grupo plerixafor e não avaliável no grupo placebo.


72% dos doentes com Mieloma Múltiplo que receberam plerixafor e G-CSF, recolheram o número pretendido de 6 milhões de células estaminais por kg de peso em 2 ou menos sessões de aférese, comparativamente com 34% dos doentes em placebo. O número médio de dias para atingir a contagem pretendida de células foi de 1 dia para o grupo de plerixafor e de 4 dias para o grupo placebo.


O plerixafor tem o estatuto de medicamento órfão.


Até hoje, ao abrigo de programas de Uso Compassivo, mais de 1.250 doentes já beneficiaram deste novo medicamento.


 


Sobre plerixafor


Plerixafor é uma nova pequena molécula, antagonista dos receptores das quimioquinas CXCR4, que mostrou, em vários estudos, aumentar rápida e eficazmente o número de células estaminais em circulação em doentes com Linfoma Não-Hodgkin e Mieloma Múltiplo. Uma vez em circulação na corrente sanguínea, as células estaminais podem ser colhidas para utilização em transplante autólogo.


 


Importante Informação de Segurança


De acordo com a aprovação da FDA, plerixafor está indicado para utilização em combinação com factores estimuladores da colónias de granulócitos (G-CSF) para mobilizar células estaminais hematopoiéticas para a corrente sanguínea para recolha e subsequente transplante autólogo em doentes com Linfoma Não-Hodgkin e Mieloma Múltiplo. Os médicos e os doentes devem estar alertados para a potencial mobilização de células tumorais em doentes com leucemia, aumento de leucócitos circulantes e diminuição da contagem de plaquetas, aumento do volume do baço e lesão fetal quando administrado a mulheres grávidas. As reacções adversas mais comuns (>10%) notificadas em doentes que receberam plerixafor conjuntamente com G-CSF e mais frequentes do que nos doentes que receberam placebo foram diarreia, náusea, cansaço, reacções no local da injecção, cefaleias, artralgia, náuseas e vómitos.
Não são conhecidas quaisquer contra-indicações à utilização do plerixafor.


 


Sobre a Genzyme


Desde a sua fundação em 1981, a Genzyme tem evoluído consideravelmente, quer a nível global, quer nas suas divisões especializadas. Tem desempenhado um papel pioneiro na investigação e desenvolvimento de novas terapêuticas, através da combinação entre capacidade de resposta e dedicação à melhoria da qualidade de vida dos doentes.


A Genzyme é responsável tem desenvolvimento do plerixafor desde a aquisição da AnorMED, Inc. em 2006 e já submeteu o pedido de Autorização de Introdução no Mercado (AIM) na Europa, esperando que a sua aprovação possa ocorrer durante a primeira metade de 2009.


ÁREA RESERVADA

|

Destina-se aos profissionais de saúde

Informações de Saúde

Siga-nos

Copyright 2017 Médicos de Portugal por digital connection. Todos os direitos reservados.