Arquivo de Terapias Alternativas - Médicos de Portugal

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American College of Physicians instrui os clínicos americanos para que privilegiem tratamentos não invasivos como acupuntura, massagem e calor superficial enquanto tratamento preferencial para dores lombares agudas.

Tratamento medicamentoso passa a opção secundária.

O American College of Physicians acaba de revolucionar a sua estratégia de tratamento para as dores de costas. Num estudo publicado no Annals of Internal Medicine, o organismo americano que define as recomendações terapêuticas para os clínicos dos EUA aconselha que médicos e pacientes passem a optar pelo tratamento não-farmacológico com calor superficial, massagem ou acupuntura em todos os casos de dor aguda na região lombar inferior. O documento, que assina um conjunto de “fortes recomendações” para ortopedistas e clínicos gerais, baseia a sua nova estratégia num conjunto de estudos clínicos que “evidenciam cientificamente” que as técnicas utilizadas pela medicina tradicional chinesa promovem o mesmo tipo de melhorias que a terapêutica medicamentosa, pelo que a utilização de medicamentos pode ser, em muitos casos, substituída por tratamentos não invasivos.

A dor lombar é uma das razões mais comuns para consultas médicas, e aproximadamente 25% dos adultos relataram ter dores lombares que duraram pelo menos um dia.

“A dor física afecta muitas vezes a vida das pessoas, o seu trabalho e até o lado pessoal, e ao menor sinal de dor a maioria de pessoas opta por tomar medicamentos. Porém, os medicamentos não resolvem o problema. A dor é um sinal que algo não está bem no nosso organismo e é a origem do problema que deve ser combatida. Com a acupuntura é possível perceber o problema e tratá-lo.”, comentou Hélder Flor, especialista em Medicina Tradicional Chinesa.

O objetivo da orientação do American College of Physicians é precisamente fornecer a melhor orientação terapêutica com base na eficácia comparativa e segurança de tratamentos farmacológicos e não farmacológicos não invasivos para pacientes que sofrem de dores lombares.

“A acupuntura deve cada vez mais ser vista como uma solução válida para qualquer tipo de dor ou inflamação, apresentando efeitos analgésicos, de relaxante muscular e anti-inflamatórios, auxiliando no tratamento de dores lombares. Os resultados de um estudo recente publicado no Clinical Journal of Pain demonstraram a eficácia da acupuntura no alívio das dores, e que foi também um procedimento seguro e eficaz. O alívio da dor e outros sintomas manteve-se por 6 meses após o fim das sessões. Os pacientes também não relataram efeitos adversos dos tratamentos, o que geralmente não ocorre com o uso crónico de medicamentos”, comentou  Hélder Flor.

A expetativa de muitos especialistas é de que esta recomendação do American College of Physicians possa abrir um novo capítulo na história da medicina americana, e que técnicas como a aplicação superficial com calor, a massagem (com e sem ventosas) e a acupuntura deixem de ser “terapêuticas alternativas”, para passarem a ser consideradas como o tratamento de referência para vários tipos de dores lombares.





Segundo os pesquisadores, os benefícios da técnica para a fertilidade feminina revelou que esta pode ajudar a reduzir o stresse, aumentar o fluxo sanguíneo para os órgãos reprodutivos e ajudar a normalizar a ovulação, factores necessários para o sucesso da concepção.


Em relação a explicações ocidentais sobre estes resultados, os pesquisadores descobriram que a técnica pode exercer influência sobre centros no cérebro que afectam a ovulação, reduzindo o stress e promovendo a fertilidade. Esta tendência explica por que mulheres extremamente stressadas geralmente têm o período afectado e por que casais geralmente concebem quando estão em viagem ou outras actividades de lazer.


"Muitos estudos anteriores já haviam avaliado os benefícios da Acupuntura quando associada a outros tratamentos de fertilização, como a fertilização in vitro, comprovando a eficácia das tuas técnicas conjugadas. Entretanto, este novo estudo vem demonstrar que mulheres que usaram apenas a Acupuntura como terapia, sem outros tratamentos de fertilização, se mostraram tão propensas a conceber quanto às pacientes de fertilização in vitro. Esta conclusão indica que a Acupuntura pode ser utilizada sozinha como tratamento padrão", explica a Dra. Wenqian Chen, Médica especialista em Medicina Tradicional Chinesa do Centro de Terapias Chinesas (CTC).


A antiga terapia que surgiu na China há mais de 2.000 anos, consiste na inserção de agulhas em pontos específicos do corpo. De acordo com a teoria da Medicina Tradicional Chinesa, estes pontos são conexões com vias de energia (meridianos) que correm pelo corpo, e a técnica ajudaria a manter este fluxo energético natural. Em Portugal, um em cada 10 casais tem dificuldade em engravidar. Os casais inférteis esperam, em média, 11 meses pelos tratamentos e mais nove para engravidar, tornando o processo doloroso e desgastante. Os custos são apontados como principal entrave à terapia, uma vez que a fertilização in vitro ronda os 3.800€ e outras técnicas ocidentais conjugadas podem atingir os 20.000€.


O Centro de Terapias Chinesas (CTC) está sediado em Portugal desde o ano de 1993 dedicando-se à divulgação, tratamento e ensino da Medicina Tradicional Chinesa (MTC). Foi fundado pela Dra. Wenqian Chen, licenciada pela Faculdade de Medicina Tradicional Chinesa de Tianjin. O CTC conta já com dezenas de milhares de pacientes e alunos, que variam na faixa etária entre os 6 meses de idade e os 96 anos, tendo capacidade de atendimento de 6 a 8 pessoas por hora. Possui a maior equipa de Médicos de MTC da China, e terapeutas credenciados pelo próprio Centro, os quais garantem a seriedade e a eficácia do mais vasto leque de terapias dentro da MTC.





A maioria dos doentes recorre a medicamentos analgésicos para atenuar os sintomas, no entanto, o recurso a esses fármacos acarreta uma série de consequências que devem ser consideradas: custo económico e efeitos secundários a longo prazo (a maioria destes medicamentos pode provocar hipertensão, gastrite e hepatite).


A maioria das pessoas desconhece, no entanto, a existência de um tratamento natural da Medicina Chinesa - Moxabustão - que apresenta taxas de eficácia ímpares, sem qualquer efeito secundário. O tratamento consiste na queima de uma planta (em formato "prensado" com forma de rolo) chamada Artemísia junto a pontos energéticos do corpo. A técnica é parecida com a acupuntura, mas em vez de agulhas os pontos são activados com o calor da combustão da erva. Está indicado para quase todos os tipos de dores, processos inflamatórios, cauterização de verrugas e activação do sistema imunitário.


"A Medicina Tradicional Chinesa diferencia-se da Medicina Ocidental em praticamente tudo: tem efeito imediato, não utiliza medicamentos e, principalmente, trata a origem do problema e não apenas os sintomas", explica a Dra. Wenqian Chen, Médica Especialista em Medicina Tradicional Chinesa do Centro de Terapias Chinesas.


O Centro de Terapias Chinesas (CTC) opera em Portugal desde 1993, dedicando-se à divulgação, tratamento e ensino da Medicina Tradicional Chinesa (MTC). Fundado pela Dra. Wenqian Chen, licenciada pela Faculdade de Medicina Tradicional Chinesa de Tianjin, o CTC conta com dezenas de milhares de pacientes e alunos, que variam entre os 6 meses de idade e os 96 anos. Possui a maior equipa de Médicos de MTC da China e terapeutas credenciados pelo próprio Centro, que garantem a seriedade e a eficácia do mais vasto leque de terapias dentro da MTC.





É o caso de algumas estratégias de sobrevivência, especialmente quando adoptadas numa fase mais jovem/imatura, ainda sem muitos recursos à disposição (que entretanto são desenvolvidos à medida que crescemos) - a regressão cria uma oportunidade de as explorar, eliminar ou modificar/ajustar!


Na mesma linha, podemos considerar determinadas promessas, contractos ou acordos assumidos (consigo próprio, com alguém ou mesmo "entidade superior"), que fizeram sentido nesse momento, frequentemente em consequência de alguma experiência de vida, tipicamente próximos da morte ou imediatamente após algum acontecimento significativo.


No entanto, quando transportados para outro momento (ou vida), passam a ser prejudiciais e a causar problemas - regredir até à origem dessa promessa, acordo, contracto, oferece a oportunidade de os renovar, libertar ou de a eles renunciar!


Ou ainda "aqueles" sentimentos e crenças inexplicáveis (seja sobre alguém, lugar ou situação), "intuições", que frequentemente são material residual de algumas experiências do passado, e que vão além da nossa compreensão ou consciência. Mas poderosos, porque não processados ou "digeridos", esses sentimentos e crenças podem acabar por se manifestar de uma forma indesejada ou desadequada, conduzindo a medos, fobias, atracções ou mesmo fascínios: regredir à origem destes sentimentos possibilita a sua revelação e transformação: a cura profunda!


Mas além da compreensão e acesso à origem de problemas/tensões, a terapia de regressão constitui também uma óptima forma de reencontro individual com sentimentos positivos e/ou recursos e competências armazenadas, mas esquecidas, descuradas ou desvalorizadas - regressar a um momento de extrema felicidade, onde se sente totalmente livre de preocupações, regressar a um tempo de grande autoconfiança e sentimento de realização, representam exemplos poderosos para recuperar sentimentos e capacidades do passado, que podem ser de grande utilidade e benefício no momento presente!


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Durante os últimos anos, muitas mulheres e médicos têm repensado as suas atitudes em relação à terapêutica hormonal de substituição (THS) para os sintomas da menopausa, e um número substancial de mulheres ou suspenderam a sua utilização ou colocam reticências à sua utilização devido aos potenciais efeitos adversos.

Há, no entanto, novas terapias para a Menopausa não muito divulgadas. Estas terapias são uma solução alternativa à tradicional terapêutica hormonal de substituição.

À base de fitoestrogénios, estas terapias permitem minimizar os sintomas que afectam as mulheres quando se encontram na menopausa - é o caso dos afrontamentos, insónias, ansiedade, depressão e perturbações do foro sexual.

É, pois, cada vez mais importante dar a conhecer os fitoestrogénios ou isoflavonas de soja, componentes da soja com uma acção semelhante à dos estrogénios, mas mais suave, que respeitam o equilíbrio hormonal da mulher, representando portanto uma alternativa válida à terapêutica hormonal de substituição.

O Estromineral é um produto à base de isoflavonas de soja, que permite minimizar os sintomas que a menopausa provoca na mulher sem prejudicar a saúde.

A tradicional terapêutica hormonal de substituição, indicada no tratamento dos sintomas da menopausa está, no entanto, contra-indicada em algumas mulheres.


Relativamente ao potencial risco de desenvolvimento de cancro do endométrio ou da mama, em determinadas circunstâncias ele pode aumentar com a duração da utilização pelo que cada vez mais as mulheres devem estar atentas às alternativas que vão surgindo ao nível de terapêuticas para a Menopausa, como é o caso do Estromineral.

No entanto, se as mulheres que utilizam a THS tomarem a mais baixa dosagem de estrogénios, fizerem a revisão do tratamento todos os anos e não prolongarem o tratamento durante mais de cinco anos, altura em que se têm de reavaliar potenciais riscos, poderá ser esta a solução adequada para o seu caso.

Todas as mulheres devem no entanto saber que além da tradicional THS existem agora terapias alternativas que devem ser avaliadas de acordo com cada caso porque têm inúmeras vantagens para a saúde.





A medicina convencional tem sido até há poucos anos praticamente, de forma geral, a primeira – se não a única – opção para as populações, sobretudo ocidentais.

Portugal não é excepção. Contudo, tem-se verificado que na última década, a procura de medicinas não convencionais por parte dos cidadãos tem-se intensificado. Infelizmente, o respeito e reconhecimento concedidos a estas terapêuticas são ainda limitados, pelo facto de haver pouca clarificação não só nos procedimentos, mas também na acreditação dos profissionais que as praticam.



Medicinas Alternativas VS Terapêuticas Complementares

Em todo o mundo praticam-se vários tipos de terapias alternativas, criando confusão nas várias nomenclaturas existentes; «alternativa», «complementar» e «não convencional».

A Ordem dos Médicos da Grã-Bretanha, num relatório sobre terapias complementares, sugeria as seguintes definições: “outros sistemas de tratamento não muito usados pelos médicos convencionais” e “sendo os termos complementar, não convencional, natural, alternativa ou, não ortodoxa, usados de forma geral com o mesmo significado”.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere uma definição de forma abstracta para as medicinas alternativas: “as medicinas não convencionais abrangem todas as terapias que não são utilizadas pela medicina convencional”

A diferença entre os termos «alternativa» e «complementar» é simples. Se um clínico de medicina convencional ou não convencional utilizar exclusivamente terapias alternativas, ele está a proceder a terapêutica «alternativa» em detrimento da ortodoxa ou convencional.

Se por outro lado, o paciente estiver a ser normalmente seguido pelo seu médico convencional, por exemplo num problema músculo-esquelético, estando a tomar medicamentos prescritos pelo mesmo, mas recorrendo a um clínico osteopata, que trata problemas dos componentes mecânicos músculo-esqueléticos, o doente recorreu a uma terapia «complementar» à convencional.





Integração Sensorial – O Conceito

A Teoria da Integração Sensorial provém de uma vasta pesquisa desenvolvida por A. Jean Ayres, licenciada em Terapia Ocupacional e outros Terapeutas Ocupacionais e Fisioterapeutas, baseada nos conhecimentos de neuropsicologia, neurologia, neurodesenvolvimento e fisiologia, que posteriormente vieram desenvolver a teoria e técnicas de tratamento.

Segundo a Teoria da Integração Sensorial, aprendizagem baseia-se nas experiências sensório-motoras e depende da capacidade da criança em receber informações sensoriais provenientes da interacção do corpo com o meio ambiente, processando e integrando essas informações no sistema nervoso central, para posteriormente poder utilizá-la de uma forma organizada e adaptada.

Toda a informação que recebemos acerca do mundo vem através dos nossos sistemas sensoriais. A Integração Sensorial trabalha em vários sistemas que nos integram, tais como, Sistema Táctil, Vestibular e Proprioceptivo.

A maior parte desses processos ocorrem no nosso sistema nervoso a um nível inconsciente, normalmente não nos apercebemos deles. Apesar de todos estarmos familiarizados com os sentidos que envolvem o sabor, o cheiro, a audição e a visão, a maioria de nós não se apercebe que o nosso sistema nervoso também “sente” o toque, o movimento, a força da gravidade, e a posição do corpo. Assim como os olhos detectam a informação visual e relacionam-na no cérebro para interpretação, todos os sistemas sensoriais têm receptores que recolhem a informação para ser interpretada pelo cérebro.

Os sistemas táctil, vestibular e proprioceptivo começam a funcionar muito cedo na vida, até mesmo antes do nascimento. Estes sistemas sensoriais básicos estão intimamente conectados uns com os outros e formam interconexões com outros sistemas do cérebro à medida que o desenvolvimento se processa. A interligação entre os vários sentidos é complexa e necessária para que possamos interpretar a situação correctamente e elaborar uma resposta apropriada. É esta organização dos sentidos que se denomina Integração Sensorial.



Disfunção de Integração Sensorial

A idade dos três aos sete anos, representa um período crítico muito importante para o desenvolvimento normal da integração sensorial. Trata-se de um período na vida da criança em que o cérebro se encontra mais apto para receber e organizar a informação sensorial.





A Tui Na infantil é uma especialidade inserida dentro dos parâmetros da massagem Tui Na, e pode ser utilizada desde o nascimento até aos 12 anos de idade.

É usada desde a Antiguidade e até aos dias de hoje, diariamente, nos hospitais chineses, como método de tratamento e prevenção.

A Tui Na infantil torna-se diferente das demais massagens, porque todos os meridianos estão localizados na mãozinha esquerda.

Cada dedinho corresponde a um órgão e dependendo da direcção de manipulação ou dependendo de cada caso, utiliza-se para tonificar, solidar e equilibrar a energia interior, e assim prevenir e tratar doenças, sem ser necessário recorrer a antibióticos, injecções e nem mesmo a Acupunctura.

Para conhecer a Tui Na infantil é necessário conhecer a filosofia da MTC.

Na Medicina Tradicional Chinesa, a teoria básica diz-nos que todos os órgãos estão interligados através dos meridianos, pois cada meridiano corresponde a um órgão, assim se existir algum problema num órgão, esse pode causar muitos problemas. No caso dos bebés os meridianos passam na mão esquerda.

A massagem nesses meridianos consegue equilibrar o nosso físico e psíquico, porque todas as emoções estão interligadas.

Cada ser humano está interligado ao universo e ao ambiente. É por isso que em cada estação temos doenças diferentes.

Na China, para além de se usar a Tui Na infantil para tratar qualquer doença, como por exemplo, doenças respiratórias, falta de apetite, problemas de digestão, obstipação, dificuldade em dormir, inquietação, atraso de crescimento e outros mais, também se usa para melhorar o crescimento da criança.

Eu própria quando estava a fazer estágio num hospital da China, há cerca de 20 anos, cheguei a utilizar uma das manipulações de Tui Na infantil, só para equilíbrio geral e prevenção para crianças sem qualquer doença, só numa manhã atendia cerca de 90 crianças.

O Centro de Terapias Chinesas vai abrir a sua porta ao fim-de-semana, para os pais com crianças dos 0 aos 12 anos de idade, e realizar workshops de Tui Na infantil (e garantir um crescimento saudável para os seus filhos).

Também iremos realizar cursos de Tui Na infantil para profissionais, como pediatras, fisioterapeutas, massagistas, educadores de infância, ou qualquer pessoa que esteja interessada nesta área.





Pelo menos por enquanto, os atletas profissionais e as pessoas que praticam desportos costumam procurar a ajuda da acupunctura quando já não existe outra alternativa de cura, excepto a intervenção cirúrgica.

A explicação está na eficácia da acupunctura em lesões desportivas: ela tem efeito analgésico e anti-inflamatório, além de acelerar a regeneração dos tecidos afectados.

O corpo reage ao tratamento auto-regulando-se e, com isso, auto-curando-se. Ou seja, a alternativa oriental não intoxica o organismo.

Outra vantagem, é que usando a electroestimulação – técnica da acupunctura que envia microcorrentes eléctricas através das agulhas – é possível reduzir o tempo de recuperação ainda mais. Existe há 20 ou 30 anos.



Nem todos os casos são indicados

Quando um doente chega ao consultório, o profissional costuma realizar um diagnóstico ocidental, aproveitando-se de toda a tecnologia oferecida para, só depois, aplicar a acupunctura como recurso de tratamento. Os resultados costumam ser positivos em lesões provocadas por desportos de movimentos repetitivos, como o ténis e a corrida. O futebol, maior responsável pelas lesões desportivas no joelho, no tornozelo e no ombro é o futebol.

Também se emprega em muitos mais casos. Antes de optar por uma cirurgia, por que não tentar uma alternativa bastante eficaz e menos traumática? A acupunctura é capaz de acelerar até 50% a recuperação das lesões e chegar a 70% nos casos em que é aliada à medicina convencional e a outras técnicas, como fisioterapia, shiatsu, miofascioterapia e tuiná, uma massagem chinesa.





Acupunctura

Forma milenar de tratamento oriental, que tem por base a rede de meridianos energéticos que atravessam o Homem, espalhando o QI por todos os recônditos do corpo biológico. A Acupunctura é uma das mais antigas práticas orientais, com excelentes resultados.



Osteopatia

O esqueleto, como elemento central do indivíduo, é por vezes causa de algum mau estar, fruto de variadíssimas situações quotidianas. Os erros posturais e o sedentarismo são, certamente, fortes contribuintes de situações de desequilíbrio a nível do esqueleto.

Se a estrutura óssea não está bem, obviamente que muitos vão ser os reflexos. Estima-se que cerca de 80% da população sofra de problemas a nível da coluna.

O osteopata, como o "mecânico do esqueleto", é o terapeuta certo para executar as correcções a nível do esqueleto, quando estas se impõem e são adequadas, melhorando, significativamente, a qualidade de vida e reduzindo o sofrimento quotidiano que tais situações provocam.



Homeopatia

O conceito de homeopatia, criado em 1755 pelo Dr. Samuel Hahnemamm, significa, traduzido à letra, "curar com o semelhante".

A homeopatia não reprime os sintomas, mas sim, apoia o organismo, como um aliado eficaz a proteger a sua própria saúde, em harmonia com todas as suas forças vitais. Deste modo, é o próprio organismo a abrir caminho e a lutar pela recuperação da saúde perdida.



Naturopatia

Cada vez mais pessoas, de forma consciente, optam por regular a sua vida em simbiose com a Mãe Natureza. Esta opção de vida, tem um considerável reflexo em termos de saúde, sendo a busca do equilíbrio feita de forma dinâmica, recorrendo aos ilimitados recursos que a Natureza nos oferece, numa perspectiva com forte pendor preventivo.


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