Arquivo de Estética e Bem Estar - Página 2 de 44 - Médicos de Portugal

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Noites mal dormidas, noites que se arrastam indefinidamente. O tiquetaque do relógio não deixa dúvidas para os pais: a noite está a passar e eles não estão a dormir! Ao invés de um merecido repouso, os pais vêem-se confrontados com horas que se acumulam em cima de um corpo já de si cansado pela azáfama do dia-a-dia. A causa deste tormento? Um filho que não dorme! Como lidar com o facto de o João Pestana teimar em não aparecer?







São várias as causas da congestão nasal, entre as quais: alergénios (pó, pelos de animais, entre outros), infeções respiratórias virais (gripes e constipações) ou bacterianas, desvio do septo nasal, tumores benignos (pólipos nasais) ou, em casos mais graves, tumores malignos, podendo também ser provocada ou agravada pelo uso incorreto de descongestionantes nasais. Em qualquer dos casos, a congestão nasal resulta da inflamação ao nível das mucosas nasais, verificando-se a dilatação dos vasos sanguíneos e um aumento da permeabilidade dos capilares, originando edema (inchaço) e irritação. Durante este processo inflamatório ocorre, também, o aumento excessivo da produção de secreções, designado por rinorreia. Em consequência destas alterações verifica-se a obstrução das fossas nasais, responsável pelos sintomas típicos de um nariz congestionado.

Para além destes sintomas a congestão nasal pode, também, ter impacto ao nível do aparelho auditivo, pelo que é comum sentir os ouvidos tapados.

Os meses mais frios são particularmente propícios ao desenvolvimento de congestão nasal, sobretudo em consequência das constipações que se manifestam com mais frequência nestas alturas, já que é quando o nosso sistema imunitário está mais fragilizado.

O nariz entupido é muito incómodo mas, na maioria dos casos, bastam algumas medidas simples que ajudam a descongestionar o nariz e a tornar as secreções mais fluídas, para que seja mais fácil a sua expulsão:

> Assoar o nariz regularmente, mas sem fazer demasiado esforço;

> Inalar vapor de água, no mínimo por dez minutos, o que contribui para fluidificar as secreções, facilitando a sua remoção;

> A aplicação de uma solução salina, genericamente conhecida como “água do mar”, é também um ótimo contributo para descongestionar o nariz;

> Ingerir muitos líquidos, como água, chá e sopa, excluindo bebidas com cafeína, pois tendem a secar a mucosa nasal, agravando a congestão;

> Dormir com a cabeça ligeiramente elevada em relação ao resto do corpo, uma vez que a congestão tende a piorar na posição horizontal.

Apesar de estas medidas serem sempre aplicáveis, poderá ser necessário recorrer a medicamentos.

Existem dois grandes grupos de fármacos aplicáveis nestas situações: os descongestionantes, que atuam através da diminuição da dilatação dos vasos sanguíneos, com consequências positivas no que respeita à obstrução existente e melhoria do processo respiratório; e os anti-histamínicos, usados no alívio da congestão nasal de origem alérgica contribuindo para facilitar a respiração.

Informe-se junto do seu farmacêutico sobre as medidas a tomar e, caso seja necessário, sobre quais os medicamentos mais indicados para a sua situação. Caso os sintomas sejam fortes e persistentes, prolongando-se por mais de duas semanas, e acompanhados de outros, tais como febre alta, tosse por mais de dez dias ou muco amarelo-esverdeado, o mais indicado será consultar o seu médico, para um diagnóstico mais exaustivo.





A pele é o órgão do corpo humano mais exposto aos elementos do meio ambiente e, por isso, é necessário mantê-la saudável. No Inverno, hidratar é a palavra de ordem.





Na avaliação da queda de cabelo é importante o conhecimento do ciclo de vida do mesmo. Cada folículo piloso tem uma fase de crescimento de 2 a 5 anos, sendo seguida por uma fase de repouso, que dura 3 meses e termina no desprendimento do cabelo.





Afecta milhões. Mas, sem dúvida, as mulheres são as mais penalizadas por uma dor de cabeça insuportável. Silêncio e escuridão apresentam-se como antídotos numa crise de enxaqueca, que às vezes pode ser incapacitante.





Beijar é proibido quando o herpes labial está ao rubro, porque o risco de contágio está subjacente. O mesmo se passa relativamente ao sexo, no caso do herpes genital.





A tosse não é sempre igual. Enquanto a tosse episódica não origina habitualmente grandes preocupações, a tosse crónica deve ser encarada com mais atenção. A tosse seca e a tosse com expetoração também levam a cuidados muito distintos. Conhecer as diferenças ajuda a adequar o tratamento.





...uma cicatriz que traçava na pele a memória de episódios difíceis, deixando sequelas que extravasavam o lado estético. Estas marcas, inapagáveis no pensamento, já podem ser substancialmente reduzidas em nome da auto-estima.





São assim os relógios internos dos adolescentes: desregulados. Assim se explica em parte que adiem ao máximo a hora de deitar e que acordem ensonados. Parecem que nunca têm sono, mas a verdade é que precisam de dormir para manterem a concentração.


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